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Thursday, December 16, 2010

Se isto vem só em 3D...

... alguém vai ficar ficar sem dentes e com muitas nódoas negras...
E eu lá vou ter de ir para o cinema com um Ben-u-ron e uma ventoinha de ar fresco.

Até 20 de Maio ponham o Capitão Jack Sparrow em 2D, sim?
Agradecida.



O 3D é a maior paneleirice de todos os tempos.
Só estou à espera que o resto do mundo chegue a essa conclusão.

Sunday, November 28, 2010

A box of chocolates


My momma always said, "life was like a box of chocolates. You never know what you're gonna get."

Sunday, March 01, 2009

Academy Awards 2009

Bem sei que os Óscares já tiveram uma semana para arrefecer mas alguns de nós passaram a semana a rachar o cérebro com programação AS3 e não sendo nós engenheiros, dentro do nosso crânio pouco mais que uma papa chega ao final do dia, por isso, só hoje consegui falar dos homens dourados e carecas.

Foi a melhor cerimónia dos Academy Awards que vi até hoje. Sei que não vi muitas, mas mesmo assim. Grande, grande Hugh Jackman. Já disse e repito que gosto muito de pessoas que sabem fazer mil coisas e bem, Jackman é um exemplo desses. Aquilo sim é entretenimento bem ao estilo Broadway.



Mas Hugh Jackman não foi a única inovação brilhante da cerimónia. A entrega das estatuetas aos actores foi uma solução muito iluminada da Academia, assim como a mudança do cenário na distribuição das categorias técnicas. Já para não falar das várias duplas e das montagens que fizeram rir o povo na noite de domingo.



E, embora ainda me falte ver alguns dos nomeados, parece-me que as estatuetas foram entregues em boas mãos.
E pela última vez, o Óscar póstumo foi mais que merecido e acredito piamente que se Ledger não tivesse morrido teria sido nomeado na mesma e levado o prémio para casa. Embora The Dark Night seja um filme de acção, os quais normalmente não vão para além das nomeações nas categorias técnicas, o Joker de Legder foi uma reinvenção do personagem e do actor.
É verdade que Jack Nicholson com menos recursos teve uma excelente performance mas isso não me impede de achar que Health Ledger superou essa interpretação deixando um marco na história do cinema.

Estava a torcer por Slumdog Millionaire (cuja adaptação do título para português é ridícula) porque acredito em histórias bonitas, que nos envolvem, nos transportam para locais remotos e nos deixam uma sensação de felicidade no fim.
E em filmes que são realizados com paixão, dedicação e qualidade

Kate Winslet e Sean Penn são actores que nunca, mas nunca desiludem.

Friday, February 06, 2009

Slumdog Millionaire

Está tanta coisa no cinema que eu quero ver que nem sei para que lado me virar.
Hoje fui ver o Slumdog Millionaire.
Acho que não podia ter começado melhor estas férias do que com esta história do rapaz de um bairro de lata de Bombaim que decide ir ao “Quem quer ser milionário?”. Com um mijo do caraças, Jamal lá vai tendo umas perguntas castiças que o levam a contar-nos a história da vida dele. E que história do arco-da-velha!
Sai-se da sala de cinema com um sorriso na fronha e uma uma história bonita na memória, bem ao jeito de Bollywood.
É do realizador inglês Danny Boyle e foi filmado na Índia com actores surpreendentes (falo da criançada).

Gostei muito, muito, muito.


Está agora nos cinemas, já ganhou globos de ouro e está na corrida aos Óscares.
Ide ver.



Slumdog Millionaire - Jai Ho.mp3 -

Friday, January 09, 2009

Patrick Wilson e o Anúncio da GAP

É, de facto, triste que depois de qualquer coisa como dois meses sem publicar praticamente nada, o meu primeiro post do novo ano seja no, já avançado, dia 9 de Janeiro.
Então e "Tatiana, não tiveste nada para contar ao povo?"
Oh pá tive, mas coisa e tal, cenas e num-sei-quê, não tive tempo ou não tive pachorra para vos contar fosse o que fosse.
"Mas e agora este estaminé vai finalmente ficar actualizado?"
Oh pá, não, mas temos de começar por algum lado.

E é pegando nesta frase - a última do filme Little Children - que vos venho falar de um senhor que me tem surpreendido.
Chama-se Patrick Wilson e canta, dança, representa e deve, com certeza, fazer mais algumas coisas interessantes das quais não tenho conhecimento.
Vi-o pela primeira vez n’O Fantasma da Ópera e quando o revi no Little Children não o reconheci.
Só em Angels in America o associei a todas as obras.
Este Natal vi o Evening e lembrei-me que esta personagem existia e merecia alguma investigação.
Para além do pequeno e grande ecrãs, Wilson trabalha na Broadway e é conhecido, entre outras coisas, por Oklahoma e Full Monty.
Ora, ele é muito bom actor mas é aquela voz que me faz cair po lado. Estas pessoas com um jeitaço para 500 coisas fascinam-me.

Só para este post não ser completamente coerente, que coerente é coisa que eu nunca fui, deixo-vos com um anúncio da GAP em que Patrick Wilson não canta.
Dança, mas não canta.
Não sei porque é que não canta, já que a Claire Danes também sabe cantar (sabiam que a Claire Danes canta bem? Pois é... )

Bem... espero que vos ponha um sorriso na fronha.

Tuesday, October 07, 2008

5 Dias e 94 filmes depois

Foi por isto que durante 5 dias e 4 noites se respirou talento e criatividade como se não houvesse o ano seguinte.


A primeira edição do U.Frame, Festival Internacional de Vídeo Universitário, chegou ao fim no domingo depois de 94 curtas para todos os gostos e feitios.

Workshops, conferências e masterclasses foram um bónus num festival que me deixou a caminhar nas nuvens.

Em 3 dias Andrew Shea, Mário Augusto, Maria João Cruz e Nuno Markl fizeram parte do meu mundo real.

Só vos posso dizer que conhecer e falar com gente assim, recheada de doses monstruosas de talento e humildade, dá-nos vontade de reinventar o mundo com as próprias mãos.

Friday, August 01, 2008

Saturday, January 26, 2008

Principalmente...Um Adeus a Heath Ledger

O Relatos e Confidências deseja-vos um 2008 à maneira! Pelo menos a partir de Fevereiro...
Não tenho produzido textos fantásticos e dignos de publicação neste magnífico estaminé porque tenho estado em exames.
Não é que tenha estado a estudar, mas tenho estado a pensar que tenho de o fazer e seria de uma irresponsabilidade tremenda estar a escrever alarvices para aqui quando estou ocupada a pensar que tenho de estudar...

Mas achei por bem fazer uma pausa para vos assegurar que em breve isto volta ao normal.
Para isso e para partilhar algumas coisas convosco, meu amado público.

A primeira é que já têm mais dois programas fabulosos para ouvir do Posta na JPR.
Um Dicionário dos Incultos com palavras estranhas e um CineArte com críticas de cinema feitas por quem realmente percebe da sétima arte.
Refastelem-se no sofá e ide lá ouvir os programas que a vida não é só trabalho!

A segunda é dizer-vos que estou triste, triste, triste com a morte do Heath Ledger.
Vi-o pela primeira vez no pequeno ecrã, suponho que em 1997, com uma pronúncia irlandesa e um sorriso totó. A série chamava-se Roar e era bastante má, mas eu gostava. Também gostava da Xena e do Hércules que eram mais ou menos no mesmo estilo: pouco diálogo, muita porrada.
A Sic Radical exibiu novamente a série há pouco tempo. Apanhei-a praí às duas da manhã e fiquei um bocado parva a tentar perceber porque é que eu gostava daquilo quando era mais miúda. Entretanto apareceu o Connor (Heath Leder) e eu lembrei-me... Ah era por “isto”.
É a magia dos ecrãs. Ficamos tristes porque uma vida que teve o poder de nos colocar tantos sorrisos no rosto (Casanova, Coração de Cavaleiro) e nos emocionar até às lágrimas (Brokeback Mountain, O Patriota) foi-se.

E fico triste só de pensar que se qualquer um podia ter interpretado o Connor no Roar ou o Patrick no 10 Coisas que Odeio em Ti (gosto mesmo deste filmezeco de adolescentes, que é que se pode fazer!), e se muitos podiam ter vestido a pele de Casanova ou de Sonny no Monster’s Ball; poucos, muito poucos podiam ter dado vida a Ennis del Mar como Legder.

Por isso, assim na realidade do meu egoísmo, acho que não estou triste porque Heath Ledger morreu... mas por que nunca mais vai dar asas ao seu talento.

Monday, July 16, 2007

Cidade de Deus

Porra, mas que grande filme!







Ainda não viram?

Estão à espera de quê?

Tuesday, July 03, 2007

"Why Is the Rum always Gone?"

"Davy Jones: Do you fear death?
Jack Sparrow: You have no idea."

Pirates of the Caribbean: At World's End


Fiz uma pausa no estudo e fui ver o terceiro filme da saga do Capitão Jack Sparrow.
Não desiludiu.
Aliás, o Johnny Depp raramente desilude.
Poucos conseguiriam dar vida a este pirata de andar duvidoso com o mesmo brilhantismo de Depp.

Depois de dois filmes hilariantes aparece um último (até ver) mais sombrio, mais futurista e completamente insano.
Tiro aqui o meu chapéu aos argumentistas Ted Elliott e Terry Rossio que transformaram um género ultrapassado numa história viciante.
Personagens deliciosas como Davy Jones e a tripulação do Holandês Voador só podem vir de mentes estranhamente criativas.
Há pessoas que não são normais e ainda bem.
E por falar em pessoas que não são normais... Orlando Bloom neste filme... digamos apenas que o preto assenta-lhe bem.

Há quem desconfie, por isso, para tirar aqui as teimas...
Sim, é verdade que no final de cada filme dos Piratas das Caraíbas há um Easter Egg.
Uma continuação do filme (uma cena) que funciona como bónus para quem fica a ler os nomes de todas as pessoas que contribuiram para que o fime chegasse ao ecrã.
São muitos mas vale a pena.
Quando acabam os Créditos Finais o filme continua por mais uns segundos.
Quem não viu pode sempre esperar pelo DVD...

Deixo aqui o trailer para alguns reverem e outros decidirem entar nesta aventura de 168 minuos, antes que seja tarde:



P.S. - Adoro o raio do macaco.
"Thank you, Jack.
Not you.
We named the monkey Jack."



"Will: Where's Elizabeth?
Sparrow: She's safe, just like I promised. She's all set to marry Norrington, just like she promised. And you get to die for her, just like you promised. So we're all men of our word really... except for, of course, Elizabeth, who is in fact, a woman."

Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl

Tuesday, June 05, 2007

"'Cause you are mine, I walk the line"


A história de Johnny Cash da sua paixão assolapada por June Carter.
Walk the Line, um filme baseado na auto-biografia do cantor, dá um belo serão.
Duas grandes intrepretações e umas vozes que desconhecia. Digo-vos, a Reese canta bem melhor que a June. Lovely accent by the way.

A música contagia...