Pela última vez!!!
Não existem drógádos.
Existem drogados (leia-se drugádos).
Se não sabem dizer em condições digam toxicodependentes.
Se nem assim vái lá estejam caladinhos ou falem antes da Júlia Pinheiro ou do José Castelo Branco, sim?
Façam-me lá esse favor.
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Wednesday, October 15, 2008
Monday, March 17, 2008
Nós por cá
Esta fotografia foi tirada à porta de um oculista em Vila Nova de Cerveira.

Provavelmente nem o olho nem a carrada de óculos na montra era suficiente para as pessoas depreenderem que oftalmologia é a parte da Medicina que estuda as doenças dos olhos.
Não fico muito incomodada por as pessoas não saberem o que significa oftalmologia. Fico mais incomodada porque não sabem que em vez de aspas deviam ter colocado parênteses...
Saturday, January 26, 2008
Principalmente...Um Adeus a Heath Ledger
O Relatos e Confidências deseja-vos um 2008 à maneira! Pelo menos a partir de Fevereiro...
Não tenho produzido textos fantásticos e dignos de publicação neste magnífico estaminé porque tenho estado em exames.
Não é que tenha estado a estudar, mas tenho estado a pensar que tenho de o fazer e seria de uma irresponsabilidade tremenda estar a escrever alarvices para aqui quando estou ocupada a pensar que tenho de estudar...
Mas achei por bem fazer uma pausa para vos assegurar que em breve isto volta ao normal.
Para isso e para partilhar algumas coisas convosco, meu amado público.
A primeira é que já têm mais dois programas fabulosos para ouvir do Posta na JPR.
Um Dicionário dos Incultos com palavras estranhas e um CineArte com críticas de cinema feitas por quem realmente percebe da sétima arte.
Refastelem-se no sofá e ide lá ouvir os programas que a vida não é só trabalho!
A segunda é dizer-vos que estou triste, triste, triste com a morte do Heath Ledger.
Vi-o pela primeira vez no pequeno ecrã, suponho que em 1997, com uma pronúncia irlandesa e um sorriso totó. A série chamava-se Roar e era bastante má, mas eu gostava. Também gostava da Xena e do Hércules que eram mais ou menos no mesmo estilo: pouco diálogo, muita porrada.
A Sic Radical exibiu novamente a série há pouco tempo. Apanhei-a praí às duas da manhã e fiquei um bocado parva a tentar perceber porque é que eu gostava daquilo quando era mais miúda. Entretanto apareceu o Connor (Heath Leder) e eu lembrei-me... Ah era por “isto”.
É a magia dos ecrãs. Ficamos tristes porque uma vida que teve o poder de nos colocar tantos sorrisos no rosto (Casanova, Coração de Cavaleiro) e nos emocionar até às lágrimas (Brokeback Mountain, O Patriota) foi-se.

E fico triste só de pensar que se qualquer um podia ter interpretado o Connor no Roar ou o Patrick no 10 Coisas que Odeio em Ti (gosto mesmo deste filmezeco de adolescentes, que é que se pode fazer!), e se muitos podiam ter vestido a pele de Casanova ou de Sonny no Monster’s Ball; poucos, muito poucos podiam ter dado vida a Ennis del Mar como Legder.
Por isso, assim na realidade do meu egoísmo, acho que não estou triste porque Heath Ledger morreu... mas por que nunca mais vai dar asas ao seu talento.
Não tenho produzido textos fantásticos e dignos de publicação neste magnífico estaminé porque tenho estado em exames.
Não é que tenha estado a estudar, mas tenho estado a pensar que tenho de o fazer e seria de uma irresponsabilidade tremenda estar a escrever alarvices para aqui quando estou ocupada a pensar que tenho de estudar...
Mas achei por bem fazer uma pausa para vos assegurar que em breve isto volta ao normal.
Para isso e para partilhar algumas coisas convosco, meu amado público.
A primeira é que já têm mais dois programas fabulosos para ouvir do Posta na JPR.Um Dicionário dos Incultos com palavras estranhas e um CineArte com críticas de cinema feitas por quem realmente percebe da sétima arte.
Refastelem-se no sofá e ide lá ouvir os programas que a vida não é só trabalho!
A segunda é dizer-vos que estou triste, triste, triste com a morte do Heath Ledger.
Vi-o pela primeira vez no pequeno ecrã, suponho que em 1997, com uma pronúncia irlandesa e um sorriso totó. A série chamava-se Roar e era bastante má, mas eu gostava. Também gostava da Xena e do Hércules que eram mais ou menos no mesmo estilo: pouco diálogo, muita porrada.
A Sic Radical exibiu novamente a série há pouco tempo. Apanhei-a praí às duas da manhã e fiquei um bocado parva a tentar perceber porque é que eu gostava daquilo quando era mais miúda. Entretanto apareceu o Connor (Heath Leder) e eu lembrei-me... Ah era por “isto”.
É a magia dos ecrãs. Ficamos tristes porque uma vida que teve o poder de nos colocar tantos sorrisos no rosto (Casanova, Coração de Cavaleiro) e nos emocionar até às lágrimas (Brokeback Mountain, O Patriota) foi-se.

E fico triste só de pensar que se qualquer um podia ter interpretado o Connor no Roar ou o Patrick no 10 Coisas que Odeio em Ti (gosto mesmo deste filmezeco de adolescentes, que é que se pode fazer!), e se muitos podiam ter vestido a pele de Casanova ou de Sonny no Monster’s Ball; poucos, muito poucos podiam ter dado vida a Ennis del Mar como Legder.
Por isso, assim na realidade do meu egoísmo, acho que não estou triste porque Heath Ledger morreu... mas por que nunca mais vai dar asas ao seu talento.
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Wednesday, November 28, 2007
Português Amigos, Bom Português!
Este é mais antigo que o outro mas ainda me faz rir que é uma coisinha parva.
É que também eu conheço quem vá a restaurans e ande de taxe.
E confesso que, de vez em quando, ataco os atacadores, mas é só se estiver com muita pressa.
É por estas e por outras que cá para o norte se perdem sapatilhas, não se perdem ténis.
Já nem falo do povo que amanda coisas, que geralmente também é aquele que se assenta.
É que também eu conheço quem vá a restaurans e ande de taxe.
E confesso que, de vez em quando, ataco os atacadores, mas é só se estiver com muita pressa.
É por estas e por outras que cá para o norte se perdem sapatilhas, não se perdem ténis.
Já nem falo do povo que amanda coisas, que geralmente também é aquele que se assenta.
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Bruno Nogueira,
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Friday, November 16, 2007
Presidente Bush dá Provas de Grande Sabedoria
Ora isto é o que se chama um título enganoso mas muito apelativo.
A minha criatividade está ao rubro a estas horas da noite, só assim con
seguiria combinar na mesma frase “Bush” e “sabedoria”, sem recorrer à negativa.
O Presidente desse grande país que é os EUA (é os Estados Unidos? são os Estados Unidos? Realmente o português é difícil, o senhor tem razão) vetou, e com muito orgulho, a proposta democrata que pretendia ensinar o português, como segunda língua, ali no seu país.
Chamou-lhe um projecto gastador.
Disse que o ensino de português era, assim a modos que, a mesma coisa que uma prisão–museu, outro projecto democrata.
Sabeis o que é uma prisão-museu?
Eu não sei e pela cara de Bush ele também não sabe, nem se deve ter preocupado em saber.
Mas não gostou.
Só por isso, eu cá acho que deve ser giríssimo.
O inquilino da Casa Branca disse que não era uma medida responsável.
Pois claro que não é!
Invadir e bombardear países é muito mais responsável!!
Os democratas são tão disparatados...
Gastar dinheiro com o ensino.
Com a quinta língua mais falada no mundo, ainda por cima!
Onde é que já se viu?!
Se um tipo estudar, corre o risco de não ficar tão burro como o Presidente Bush.
Deus nos livre de uma coisa dessas!
Ora, Mr. Bush, George, vá, o senhor é uma besta!
E digo besta porque este é um estaminé de família e qualidade...
A minha criatividade está ao rubro a estas horas da noite, só assim con
seguiria combinar na mesma frase “Bush” e “sabedoria”, sem recorrer à negativa.O Presidente desse grande país que é os EUA (é os Estados Unidos? são os Estados Unidos? Realmente o português é difícil, o senhor tem razão) vetou, e com muito orgulho, a proposta democrata que pretendia ensinar o português, como segunda língua, ali no seu país.
Chamou-lhe um projecto gastador.
Disse que o ensino de português era, assim a modos que, a mesma coisa que uma prisão–museu, outro projecto democrata.
Sabeis o que é uma prisão-museu?
Eu não sei e pela cara de Bush ele também não sabe, nem se deve ter preocupado em saber.
Mas não gostou.
Só por isso, eu cá acho que deve ser giríssimo.
O inquilino da Casa Branca disse que não era uma medida responsável.
Pois claro que não é!
Invadir e bombardear países é muito mais responsável!!
Os democratas são tão disparatados...
Gastar dinheiro com o ensino.
Com a quinta língua mais falada no mundo, ainda por cima!
Onde é que já se viu?!
Se um tipo estudar, corre o risco de não ficar tão burro como o Presidente Bush.
Deus nos livre de uma coisa dessas!
Ora, Mr. Bush, George, vá, o senhor é uma besta!
E digo besta porque este é um estaminé de família e qualidade...
Amanhã já tenho um míssil à porta, que para isso há dinheiro.
Mas pensando melhor... se calhar não.
É que o Mr. Bush não sabe ler português, nem quer que alguém nos EUA saiba.
Eu, na realidade, compreendo. Se, para si, falar inglês já é um “Ai Jesus” imagino falar português...
Palavras-chave
Bush,
EUA,
Língua Portuguesa,
Notícia,
Política
Saturday, November 10, 2007
Mais Alguém Se Sente Estúpido...
... a dizer "menistro" e "Felipe" (quando o nome é com i, já sei que há Felipes com e) porque temos um i entre duas consoantes?
a dizer "Nobél"?
a dizer "alcoolemia", em vez de "alcoolémia"?
Ah pois, mas é mesmo assim que se diz, esclarecem-me os entendidos.

Agora aquela pergunta "Diz-se glicemia ou glicémia?" já não lhe parece tão parva pois não, Sra Dona Orientadora de Estágio?
O que parece parvo é a resposta que me deu depois do olhar de escárnio e gargalhada de gozo: "Ó Tatiana, escreve-se das duas maneiras, logo pode-se dizer das duas maneira!"
Não se escreve não. Escreve-se sem acento.
É por isso que eu digo que, às vezes, os profes sabem menos que nós.
É preciso muita inteligencia para dizer "Não sei", olhem o que vos digo!
Não percebo porque é que alguns profes ainda não atingiram este Q.I..
Lembranças recalcadas deixem lá...
PS- Dispenso comentários do género:
Olha parvo, parvo... foi este post!
a dizer "Nobél"?
a dizer "alcoolemia", em vez de "alcoolémia"?
Ah pois, mas é mesmo assim que se diz, esclarecem-me os entendidos.

Agora aquela pergunta "Diz-se glicemia ou glicémia?" já não lhe parece tão parva pois não, Sra Dona Orientadora de Estágio?
O que parece parvo é a resposta que me deu depois do olhar de escárnio e gargalhada de gozo: "Ó Tatiana, escreve-se das duas maneiras, logo pode-se dizer das duas maneira!"
Não se escreve não. Escreve-se sem acento.
É por isso que eu digo que, às vezes, os profes sabem menos que nós.
É preciso muita inteligencia para dizer "Não sei", olhem o que vos digo!
Não percebo porque é que alguns profes ainda não atingiram este Q.I..
Lembranças recalcadas deixem lá...
PS- Dispenso comentários do género:
Olha parvo, parvo... foi este post!
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