Acho que a partir de agora vou todas as semanas ao Coliseu do Porto.
Essa sala de espetáculos tem-me oferecido grandes noites.
E quando digo oferecido é mesmo oferecido que quero dizer.
Ontem fui comemorar o centésimo sexagésimo sétimo aniversário do Montepio Geral.
(Escrevi 167º por extenso só porque é giro.)
Fui naquela ideia de apoiar o meu banco, as finanças e a economia portuguesa... ouvir um discurso do administrador e...
Claro que não.
Mandei a notícia que tinha para escrever às urtigas e fui ver o Rui Veloso.
Também ele quis apoiar essa grande instituição que mudou de cara e agora é cor-de-laranja.
Ainda não sei muito bem como isso me faz sentir.
Essa mudança radical para atrair o público jovem, esse esforço que transmite um MG a mudar, como só o cor-de-laranja e um novo logotipo conseguem.
(Ouvi dizer que o verde alface também funciona.)
Mas isso quer dizer que agora os relógios, as canecas, os pólos e as T-shirts do MG vão ser em laranja e não em azul?
Estou preocupada...
Voltando ao Rui Veloso...
Entrou com todo o tempo do mundo e falou-nos de uma camponesa.
Depois passou-se na guitarra eléctrica (e que bem que ele se passou) enquanto oferecia gargantilhas roubadas.
Nas músicas que se seguiram fez-se acompanhar da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Com a ajuda de uns arranjos de Bernardo Sassetti encantaram-nos com Veia do Poeta e Não Queiras Saber de Mim.
Mas foi com Porto Sentido que o Coliseu revelou que até estava bem compostinho.
Da forma como povo cantou parecia que não havia uma única cadeira vazia.
Juras de amor e promessas devidas antecederam um Chico Fininho, versão acústica, da mais deliciosa loucura.
Viajou-se de Nova Iorque até Porto Côvo até se fazer uma noite pouco iluminada.
E com ela chega o meu momento favorito.
Não Há Estrelas no Céu será sempre uma das minhas canções favoritas e devia ser trabalhada nas escolas ao lado d’Os Maias e de Fernado Pessoa.
O Concerto termina, mais uma vez com o Coliseu ao rubro, a querer ir ao rivoli com aquela miúda do anel de rubi.
Mas a Paixão não finalizou a noite e Veloso voltou ao palco com um Lado Lunar e um Porto muito, muito Sentido.
Essa sala de espetáculos tem-me oferecido grandes noites.
E quando digo oferecido é mesmo oferecido que quero dizer.
Ontem fui comemorar o centésimo sexagésimo sétimo aniversário do Montepio Geral.
(Escrevi 167º por extenso só porque é giro.)
Fui naquela ideia de apoiar o meu banco, as finanças e a economia portuguesa... ouvir um discurso do administrador e...
Claro que não.
Mandei a notícia que tinha para escrever às urtigas e fui ver o Rui Veloso.Também ele quis apoiar essa grande instituição que mudou de cara e agora é cor-de-laranja.
Ainda não sei muito bem como isso me faz sentir.
Essa mudança radical para atrair o público jovem, esse esforço que transmite um MG a mudar, como só o cor-de-laranja e um novo logotipo conseguem.
(Ouvi dizer que o verde alface também funciona.)
Mas isso quer dizer que agora os relógios, as canecas, os pólos e as T-shirts do MG vão ser em laranja e não em azul?
Estou preocupada...
Voltando ao Rui Veloso...
Entrou com todo o tempo do mundo e falou-nos de uma camponesa.
Depois passou-se na guitarra eléctrica (e que bem que ele se passou) enquanto oferecia gargantilhas roubadas.
Nas músicas que se seguiram fez-se acompanhar da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Com a ajuda de uns arranjos de Bernardo Sassetti encantaram-nos com Veia do Poeta e Não Queiras Saber de Mim.
Mas foi com Porto Sentido que o Coliseu revelou que até estava bem compostinho.
Da forma como povo cantou parecia que não havia uma única cadeira vazia.
Juras de amor e promessas devidas antecederam um Chico Fininho, versão acústica, da mais deliciosa loucura.
Viajou-se de Nova Iorque até Porto Côvo até se fazer uma noite pouco iluminada.
E com ela chega o meu momento favorito.
Não Há Estrelas no Céu será sempre uma das minhas canções favoritas e devia ser trabalhada nas escolas ao lado d’Os Maias e de Fernado Pessoa.
O Concerto termina, mais uma vez com o Coliseu ao rubro, a querer ir ao rivoli com aquela miúda do anel de rubi.
Mas a Paixão não finalizou a noite e Veloso voltou ao palco com um Lado Lunar e um Porto muito, muito Sentido.