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Saturday, January 08, 2011

Silêncio e tanta gente

Estou muito muito indecisa.

Não sei se gosto mais da canção ou dos primeiros 10 segundos do vídeo...

Friday, December 31, 2010

Então em 2011...

Let's all try Defying Gravity.

Monday, December 20, 2010

Jingle Fucking Bells

Reforço de Natal numa livraria. Dia 4.

Não. Realmente não sei como é que as pessoas que trabalham em shoppings na época natalícia não têm tendências suicidas ou não tentam, pelo menos, levar uma carabina consigo para o trabalho e desatar aos tiros aos altifalantes que tocam um CD apenas, num loop infinito de músicas de Natal. As mesmas músicas de Natal, over and over again.

Receio que amanhã, quando começar a ouvir a Mariah Carey a dizer que eu preciso de ter cuidado porque vem aí o Pai Natal vou começar a rasgar papel com os dentes... E parece-me que não vai ser bonito.

Tuesday, September 14, 2010

Wednesday, October 15, 2008

Que é que demora mais tempo? A-B ou B-A?

No outro dia, enquanto conduzia, ouvi na rádio uns versos tão bonitos e profundos que quase enfiava a fronha do Corsa num poste.
A melodia emocionou-me de tal maneira que tenho de vos falar disto.

O refrão de uma das últimas músicas do André Sardet reza assim:

Gosto de ti desde aqui até à Lua,
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto,
E é tão bom viver assim...

Ai coisa mai linda!
Isto é tão bonito como um acidente na VCI.

Oh André, eu sei que tu não sabes o que é que te aconteceu mas, francamente, daqui até à Lua é um exagero...
Já para não falar da Lua até aqui, isso atão é uma cena do caraças!

Eu também sei que gostavas de poder voar sem asas e que o teu mudo é infinito mas já te concentravas em escrever letras decentes.
Esta é das piores coisinhas que já se escreveram desde os Delfins.

Ai... como acredito que tu podes fazer bem melhor que isto...

Sunday, July 20, 2008

Os Amigos..

... são do melhor que a vida tem :)




Canção d'Os Amigos do Gaspar

Tuesday, March 11, 2008

Magicantasticamente

É só para dizer que, por mim, levávamos esta lá para fora.
Ganhávamos alguma coisa?
Com sorte, juízo.
Mas divertíamo-nos e fazíamos rir o povo que era uma coisinha linda...



É para ouvir muitas e muitas vezes.... e tem sempre, sempre piada.

Sunday, October 21, 2007

E Assim Se Vê a Força da UP!

Depois de uma semana de cair para o lado (literalmente), o Coliseu do Porto brindou-me com uma recompensa.
O primeiro dia do XXI FITU.

Eram quase horas de me pôr a mexer.
Olho mais uma vez para o bilhete e relembro porque é que não me posso enfiar já na cama.
Não me apetece jantar.
Estou demasiado cansada para mastigar.
Volto a olhar po bilhete.
Tem mesmo de ser.
Já estou atrasada, para não variar.
Toca a traçar a capa e sair porta fora.
Agradeço ao senhor pelos e jeans e sapatilhas.
Não sei quantos palavrões teria dito desde o elevador até à porta da rua se tivesse de calçar os sapatinhos, extra-desconfortáveis, do traje.
Esta noite sabe bem ser veterana.
Cheguei ao Coliseu à hora marcada para o início do espetáculo.
Subo até à zona vertiginosa dos pobres, a Galeria.
Está às moscas.
As horas passam, o Coliseu vai enchendo timidamente, até que tarde e a más horas o espetáculo começa.
A Tuna Feminina do Órfeão faz as honras, como sempre.
Não gosto de tunas femininas.
São sempre muito bem educadas, não têm piada nenhuma.
Depois dedicam as músicas ao totó que tem mesmo de ir a todas as actuações delas ou fica sem sexo durante um mês.
E agradecem às mamãs com os clichés mais foleiros de que se conseguem lembrar, do estilo “a tua força é a minha força”.
E falam da amizade e de mais-num-sei-quê como se o povo não soubesse que elas são umas cabras umas para as outras e que metade da vida delas é passada em jantares com muito vinho e muita figura de urso.
Cantam bem mas enervam-me profundamente.

Finalmente as tunas a concurso!
Piadas ordinárias e o povo a mexer e a cantar.
É o que se quer num encontro deste género.
A TEUP, Engenharia, não decepcionou.
Já nos habitou a estas actuações do melhor que se faz na Academia.
Nunca tinha ouvido a Tuna da Universidade de Aveiro.
Não sabia o que estava a perder.

E a TAFEP.
Tenho uma costela de Economia.
Num percebo nada de taxas de juros e de mercados de oferta e de procura mas gosto mesmo deles.
Continua a ser a minha tuna favorita e ontem estiveram mais que bem.

A TUP conseguiu um colminar da noite em beleza.
Melhor é difícil.





“Quero ficar sempre estudante.”
Não desesperem amigos.
Com bolonha acho que vamos conseguir.
Ou isso ou um esgotamento no Magalhães de Lemos, um deles.

Um detalhe mais profundo da noite aqui.

Friday, October 12, 2007

It's Everywhere!

Opá, isto é que é saber exprimir a raiva!
O senhor da guitarra é o humorista Rob Paravonian e a sua fúria é dirigida a Canon em Ré Maior, uma obra de Johann Pachelbel


Rui Veloso - Um Ganda Maluko no Coliseu

Acho que a partir de agora vou todas as semanas ao Coliseu do Porto.
Essa sala de espetáculos tem-me oferecido grandes noites.
E quando digo oferecido é mesmo oferecido que quero dizer.

Ontem fui comemorar o centésimo sexagésimo sétimo aniversário do Montepio Geral.
(Escrevi 167º por extenso só porque é giro.)
Fui naquela ideia de apoiar o meu banco, as finanças e a economia portuguesa... ouvir um discurso do administrador e...
Claro que não.
Mandei a notícia que tinha para escrever às urtigas e fui ver o Rui Veloso.
Também ele quis apoiar essa grande instituição que mudou de cara e agora é cor-de-laranja.
Ainda não sei muito bem como isso me faz sentir.
Essa mudança radical para atrair o público jovem, esse esforço que transmite um MG a mudar, como só o cor-de-laranja e um novo logotipo conseguem.
(Ouvi dizer que o verde alface também funciona.)
Mas isso quer dizer que agora os relógios, as canecas, os pólos e as T-shirts do MG vão ser em laranja e não em azul?
Estou preocupada...

Voltando ao Rui Veloso...
Entrou com todo o tempo do mundo e falou-nos de uma camponesa.
Depois passou-se na guitarra eléctrica (e que bem que ele se passou) enquanto oferecia gargantilhas roubadas.
Nas músicas que se seguiram fez-se acompanhar da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Com a ajuda de uns arranjos de Bernardo Sassetti encantaram-nos com Veia do Poeta e Não Queiras Saber de Mim.

Mas foi com Porto Sentido que o Coliseu revelou que até estava bem compostinho.
Da forma como povo cantou parecia que não havia uma única cadeira vazia.

Juras de amor e promessas devidas antecederam um Chico Fininho, versão acústica, da mais deliciosa loucura.
Viajou-se de Nova Iorque até Porto Côvo até se fazer uma noite pouco iluminada.
E com ela chega o meu momento favorito.
Não Há Estrelas no Céu será sempre uma das minhas canções favoritas e devia ser trabalhada nas escolas ao lado d’Os Maias e de Fernado Pessoa.

O Concerto termina, mais uma vez com o Coliseu ao rubro, a querer ir ao rivoli com aquela miúda do anel de rubi.

Mas a Paixão não finalizou a noite e Veloso voltou ao palco com um Lado Lunar e um Porto muito, muito Sentido.

Monday, October 01, 2007

Lado a Lado no Coliseu do Porto

Começo por agradecer uma prenda de aniversário que foi mais uma noite para partilhar.
Que venham muitas mais como esta.
Obrigado pelo meu bilhete mágico e pela vossa companhia.

A noite de 29 de Setembro chegou.
Um deslize em curva, três voltas à Baixa e várias rampas depois estavamos sentadas na Tribuna do Coliseu do Porto.
Pouco passava das 22 horas quando ela entrou em palco.
A Mafaldinha, ao vivo e a cores.
E desta vez consegui vê-la mesmo, assim com olhos de gente.
Como quem olha para uma voz que nos acompanha há tantos anos.
Como quem sente as letras que foram descrevendo as fases da nossa vida.
Simplesmente Mafalda Veiga.


Na cadeira ao lado, protegido pela sua guitarra, sentou-se um humilde João Pedro Pais que manteve a consciência de que se sentava ao lado de um grande talento.
Mas para grande surpresa minha, e provavelmente dele também, a grande maioria do Coliseu - que estava à pinha - foi lá por ele e não por ela.
E o “Zé Pedro” esteve muito bem.
É verdade que já pensava nas frases completas antes de as dizer aos solavancos mas há que dar um deconto ao menino que cantava para “o seu Porto”.
No entanto, o momento mais alto da noite foi dela.
Com a música que ela mais gosta de nos ouvir cantar.
Dedicou-nos Cada Lugar Teu porque como ela confessou:
Esta será para sempre a vossa música.”
E foi a vez do Coliseu cantar para eles num momento que emocionou muita gente.

A noite contou também com a presença de Fausto em duas canções e com um tema ainda por gravar de Mafalda Veiga – Balançar.

Um grande concerto que abriu com O Dia Mais Longo e acabou por passar num instante.
E eu ainda não acredito que voltaram ao palco pela terceira vez para cantar a música que eu pedi.
Um Muito Obrigado.



Vou agora ouvi-la mais uma uma vez, aqui em baixo, para relembrar cada segundo desta noite que acendeu os lumes das nossas vidas.



Friday, July 27, 2007

Voz, Mímica e Originalidade

O senhor chama-se Pablo Francisco e este é, sem dúvida, o melhor trailer de sempre.
O que uma pessoa só consegue fazer, apenas com um microfone e a voz que o Senhor lhe deu.






Se não temos esta voz podemos sempre mimar.
Até a música.
O que é preciso é originalidade.
Nos mímimos detalhes!




Se quiserem a versão completa é aqui e a versão com a Natalie Imbruglia é aqui

Monday, July 02, 2007

De manhã eu bou ó põm

Esta bonita canção chegou ao meus ouvidos pela mão da Mafa.
Fica já aqui atribuido o devido crédito.
Apesar de ainda estar em período de hibernação achei que era boa ideia partilhar isto com o povo.
Estou a falar do grande hit dos Trabalhadores do Comércio.
Um bem-haja a essa gente.
Fiquem então com "De manhã eu bou ó põm":





Agora, se não se importam, vou dar um pezinho de dança enquanto descasco uma laranjinha.

Tuesday, June 05, 2007

"'Cause you are mine, I walk the line"


A história de Johnny Cash da sua paixão assolapada por June Carter.
Walk the Line, um filme baseado na auto-biografia do cantor, dá um belo serão.
Duas grandes intrepretações e umas vozes que desconhecia. Digo-vos, a Reese canta bem melhor que a June. Lovely accent by the way.

A música contagia...