
Wednesday, December 20, 2006
Um Adeus a Barbera

Tuesday, December 05, 2006
Fofinho não é bonito...
Sunday, December 03, 2006
Tuesday, November 28, 2006
Tenho saudades do Vitinho, a verdade é essa! Quais patinhos, qual carpuça! O Vitinho é que era e nunca mais se fez coisa igual.
Para os bébes que não sabem quem é esta tão amada personagem cá vai um bocadinho de cultura:
"O Vitinho foi um desenho animado de grande sucesso em Portugal, cujas transmissões duraram entre os anos de1986 a 1997.
Em meados de 1986, a RTP decidiu lançar um spot diário de animação com o objectivo de criar um 'marco horário' que levasse as crianças a deitarem-se cedo. Nesse sentido, a Milupa Portuguesa, que possuía um boneco muito carismático nas suas campanhas, decidiu produzir uma película de animação para adormecer as crianças. Desconhecia-se, no entanto, o sucesso que esse desenho animado viria a alcançar.
Após a transmissão da primeira película de animação, seguiram-se três novas com vista a actualizar a primeira.
A transmissão diária das películas "Boa noite, Vitinho!", sempre em horário nobre, atribuíram-lhe picos de audiência e uma admiração consensual: não só por parte das crianças, mas também por pessoas de todas as idades."
E agora ide dormir que já deu o Vitinho...
Sunday, November 26, 2006
Ele é com cada uma...
Os médicos de uma pequena cidade da Roménia têm pedido às suas enfermeiras para usarem mini-saia como farda de trabalho. O pedido é justificado com a elegância, porque para os médicos da cidade de Lasi as enfermeiras ficam muito mais elegantes com mini-saia do que com uma saia mais comprida. Os médicos já enviaram um pedido formal ao Ministério da Saúde do país para exigir a mini-saia como obrigatória para os uniformes. Na carta enviada às autoridades, os médicos afirmam que o actual uniforme está “fora de moda” e deve ser adaptado às novas tendências, “que não são de certeza as saias abaixo do joelho”. Será que este é o único motivo para a exigência dos médicos? Surpreendentemente, a carta, depois de recebida pelo Ministério da Saúde, está a ser cuidadosamente analisada para que este se possa pronunciar sobre a aprovaçao ou não da exigência. Iulian Serban, o médico líder da iniciativa, afirmou que “acredita que todas as enfermeiras e médicas deveriam usar mini-saia, pois seria muito mais elegante”. Agora resta saber se a mini-saia vai passar a ser moda!»
In Destak, 24 de Novembro de 2006
Há coisas que nem vale pena comentar...
Wednesday, November 22, 2006
Os Outros
- Oh papá, distraíste-te agora!
- Pois foi, filha.
- Mas se quiseres eu levo... – disse com um ar sério enquanto esticava o bracito para pegar na pasta preta.
- Não filha, o papá leva que é muito pesada para ti. A mim não custa, mas a ti fazia-te muito mal à coluna.
A menina deu o mão ao pai e com um orgulho muito grande olhou lá para cima para os olhos dele e exclamou:
- Oh papá, tu és tão forte!
Pois é... às vezes a vida faz mesmo sentido.
Wednesday, November 15, 2006
Calinadas saudáveis... ou não 2
A Não Perder

Vale a pena ver e viver o dia-a-dia destes cirurgiões que se tornam mestres na arte de misturar a vida pessoal com a profissional. Um equilíbrio perfeito de drama e comédia ao melhor nível da televisão actual.
Aproveitem pelo menos para ver o primeiro, que tendo em conta o que a RTP tem feito às séries, como Lost e Alias, sois capazes de nunca mais a ver no horário certo... ou de todo.
Anatomia de Grey é envolvente, hilariante e comovente. Façam um favor a vocês próprios e sigam-na.

PS – Deixem-se lá de preconceitos que não, não é uma série de gajas.
Teóricas um Bocadinho Facultativas
Para mim, as aulas teóricas são ou não são facultativas. Ponto final, não há cá meias tintas que estudante já é confuso sem a ajuda de terceiros. Mas pelos vistos não, andei enganadinha. Há uma terceira opção. É a meia estação entre o Verão e o Inverno, o tépido entre o quente e o frio ou o mais-ou-menos entra o mais e o menos.
Portanto, chego à faculdade e no início do ano pergunto (que mais vale prevenir do que remediar): “Como é? Aqui nas teóricas temos faltas ou não?”. É uma pergunta simples e clara, a meu ver. A resposta também foi: “As teóricas são facultativas, não têm falta.” Há cursos em que as teóricas são como as práticas, de presença obrigatória, há cursos em que elas são faculativas e há cursos em que escolhemos se queremos uma avaliação contínua, em que as teóricas são de presença obrigatória, ou avaliação por exame, em que as teóricas não são obrigatórias. Isto era a informação que eu tinha no cérebro, agora já fiz um upgrade, que estamos sempre a aprender.
Assim, a modos que dois meses depois das aulas terem começado, avisam-me que a prof de uma cadeira de componente apenas teórica ameaçou penalizar os alunos que faltavam muito às aulas. Liguei para secretaria:
- Desculpe lá, precisava aqui de uma informaçãozinha.
- Diga.
- Eu possso chumbar por faltas a uma cadeira que é só teórica?
- Depende. Silêncio
- Uh... atão e depende de quê?
- Se o professor achar que o aluno tem um número muito elevado de faltas pode penalizá-lo na nota no final do ano.
- Mas então... ele não tinha de ter dito isso no início do ano?
- Não precisa sequer de dizer, menina.
Cá está! Teóricas um bocadinho facultativas.
Não temos faltas mas temos, percebem? Eu não.
O Crime que é “O Crime do Padre Amaro”
Há poucas semans atrás passou na televisão “O Crime do Padre Amaro” de Carlos Coelho da Silva. Lembro-me que na altura em que o filme era apresentado nas salas de cinema, o próprio trailer de promoção convidava ao teatro ou até às compras de supermercado. Respondi a quem me convidada a ir vê-lo que não queria gastar nem 5 cêntimos naquela película.
Deu na SIC. Vi. Formei opinião concreta. Pensei que o filme fosse mau, agora sei que é muito mau.
Não sou propriamente defensora do clero e da igreja, longe disso, mas eté eu me revoltei com a mensagem transmitida no filme. Acho que até Eça de Queirós, mesmo com a sua aversão ao clero, deu umas quantas voltas no túmulo ao ver o seu livro adaptado desta forma. 
Todos os padres são, portanto, pedófilos, corruptos, cheios de desejos carnais reprimidos, que não reprimem e fazem-se acompanhar de mais uma carrada de podres da sociedade. Infeliz de quemm pensa assim. Vamos lá entender uma coisa: existe má conducta em todo o lado e em todas as profissões. Se eu disser que os polícias metem todos dinheiro ao bolso, que os médicos e os enfermeiros são todos antipáticos e prepotentes, que os engenheiros são todos abrutalhados, que os jornalistas são todos sensacionalistas...não é exactamente a mesma coisa? A única diferença é que aui já se levantam muitas vozes em fúria. Não percebo.
Tambem não perecbo como é que, alguma vez, alguém achou que Soraia Chaves era actriz. Não me lembro de uma Amélia que falava, andava e comia uvas como se estivesse a ter um orgasmo. Se calhar era assim, eu é que achei que não fazia sentido nenhum no contexto do que se está a querer contar.
Por falar em actrizes, por que é que a personagem de Ana Marques tem um sotaque nortenho num bairro de Lisboa? Se calhar não, é difícil ter certezas quando em cinco minutos de cena ela só diz “Olha a miúda!” repetidamente.
Uma mais valia do filme é Cláudia Semedo. Mas agora expliquem-me... Por que raio é que ela tem de aparecer nua naquela cena de sexo, perfeitamente desnecessária, contradizendo toda a lógica da personagem?A narrativa era afectada se aquela cena não existisse? Era. Ficava muito melhor.
Também é giro ver Hugo Sequeira a fazer de branco com demasiado bronze. Acompanha a banda sonora que é completamente “creepy”.
E coisas positivas não tem? Tem. A cena no confessionário entre o Padre Amaro e a Amélia é muito bonita até fazerem um grande plano da mamas dela. São uns 7 segundos de grande qualidade.
Por isso choca-me, irrita-me mas, essencialmente, entristece-me profundamente que este seja um dos filmes portugueses mais vistos de sempre. E quando pergunto se viram o "Alice" respondem-me que ela hoje não tem aulas de tarde... Mas o que me deixa realmente de rastos é o facto de tanta gente ter gostado e achar que isto é que é bom cinema...
Wednesday, November 08, 2006
Nunca...mas...
(Ou a "Ronda Noturna" daqui)
Nunca fiz paraquedismo, mas já caí de paraquedas em muitas situações.
Nunca estive num terramoto, mas já fiquei sem chão.
Nunca acreditei que alguém desse alguma coisa a alguém, mas já me ofereceram porrada.
Nunca conheci Meredith Grey, mas ela entra em minha casa todos os dias.
Nunca me meti na droga, mas já me ausentei deste mundo vezes sem conta.
Nunca falsifiquei os meus documentos, mas às vezes não sei quem sou.
Nunca me embebedei, mas já fiz e disse muitos disparates.
Nunca voei como as borboletas, mas já me cortaram as asas...
Telejornais
O principal triunfo do telejornalismo é a mobilidade: estar com imagens (inacessíveis à rádio) às cavalitas do facto (inacessível ao jornal impresso). Ou seja, os primeiros a dar as últimas. Ora, salvo honrosas excepções (quase todas na SIC e quase nenhuma na TVI), o telejornal português, com o dinamismo de um coala, é o primeiro a estar nas últimas. Repetem “n” vezes, no dia seguinte, a mesmíssima peça gravada e emitida na véspera, sem actualizar uma vírgula do texto. Às dez da manhã, ainda a tirar a remela do olho, ouvimos como esta: “O ministro esteve hoje à noite no...” Em Portugal não existe o texto telejornalístico, que deve ser fluente e liso por causa da verbalização. As frases são proustianamente quilométricas, como se o objectivo fosse fazer o pivô deitar os bofes pela boca. Há três advérbios para cada verbo. O estilo é macarrónico e parnasiano, inspirado naquele me que a Maria Cachucha respondia às cartas do namorado. Dir-se-ia que metade dos pivôs quer ser romancista (a outra metade já é).
Mais subordinados à opinião pública e ao maniqueísmo do ‘pró ou contra’, os telejornais jogam à defesa. Cada segundo na TV vale milhões – mas os telejornais dão a sensação de que estão sempre a ‘encher o chouriço e a empurrar com a barriga’. São mais que as mães as peças que não entram (ou não saem) na hora certa, em que o som é infra-sónico e os planos mais redundantes que o verso de Gertrude Stein: ‘Uma rosa é uma rosa é uma rosa’. E os cortes são tão esquartejadores que parece haver uma moto-serra desgovernada na régie. Ah, uma dúvida: para se fazer um directo num telejornal, a condição «sine qua non» é que o repórter seja gago? No dia do assalto ao banco de Setúbal que degenerou em sequestro, José Alberto Carvalho teve de interrompor a lengalenga da colega no local e grunhir-lhe nas entrelinhas: ‘Que raio, afinal, aconteceu?’ A resposta implícita foi: ‘Passo’. Assim, apesar das trombetas na abertura e no encerramento, dos acrílicos e dos cromados e da mania da notícia-espectáculo, os telejornais com frequência lembram aqueles circos pindéricos, cuja tenda é mais fita-cola do que lona e cujo tigre já usa placa.
Anexa aos telejornais, a meteorologia, é verdade, continua a ser muito útil. Deus, por exemplo, no sétimo dia descansou – mas aí choveu a potes e Ele não pôde ir à praia. Contudo, e sem querer ser implicante (ninguém aprecia tanto uma crítica construtiva como quem a faz), eu sempre soube perfeitamente quando vai cair uma carga de água. Exactos cinco minutos depois de eu finalmente ter tido vergonha na cara e lavado o carro."
“... So pretty in the sky...”
Monday, September 25, 2006
CATS

Fui ontem ver o Cats ao Coliseu...
Era capaz de ficar aqui meia hora a relembrar, a dizer-vos os melhores momentos, os melhores bailarinos, as melhores vozes, mas eu eventualmente vou ter que ir dormir...
De modo que digo-vos só que Cats foi das melhores coisinhas que alguma vez vi na minha vida... e provavelmente nas vossas, e não me parece que algum dia me irei esquecer que uma noite estive sentada a poucos metros de tanta gente tão extraordinária!
Porque há coisas que são indescritíveis... porque às vezes parece-me impossível que o ser humano possa ser tão genial... mas ontem tornei acreditar.. que é! Oh se é!
Ainda agora começou

Começa logo com a estupidez insana de um indivíduo ter de se levantar quando ainda é noite... Ridículo!! Não durmo nos primeiros dias... nem como, como já disse. Também não faço nada de corpo e alma, ‘tou lá mais ou menos a té-téti e meio. Não me apetece falar nos primeiros dias, apetece-me olhar para trás e relembrar-me mais uma e outra vez porque raio é que fui ali parar. Olho para trás e apetece-me ir para casa e esconder-me. Se alguém perguntar, estou a dizer à minha almofada tudo o que já lhe devia ter dito antes, que as almofadas são coisas para ser respeitadas e acarinhadas. Não lhes damos o devido valor. Depois, penso melhor e sei que agora é tarde demais. “Tens de sobreviver aos primeiros dias”- repito para mim baixinho –“É disso que depende o resto da tua vida”. Pelo menos até amanhã...
E depois a senhora diz: “ Aviso-vos já! São quatro anos a trabalhar que nem cães! E lá po fim do primeiro segundo ano, grande parte de vós descobre que afinal não é bem isto que quer...”
Ora muito obrigado por essa informação, que no primeiro dia de aulas dá um jeito danado! E uma motivação!! Xiiii!! É que agora vamos mesmo a tempo de voltar atrás...
E ainda agora começou....
Saturday, September 23, 2006
Não sei explicar

Juro que não sei explicar mas isto relaxa-me como se não houvesse amanhã!
É ridículo e é do melhor. I lobe it!
Mas lembrem-se... é a minha cena! Nada de intupir o site com as vosss visitas. É também viciante. Sim, e estremamente estúpido, mas também a Morangada e ninguém se precupa com isso...
Isto sim é um coro brutal! Lobe it, lobe it, lobe it!
Sunday, September 17, 2006
Já ninguém se apaixona?
Friday, September 15, 2006
Foi Batizado Ititiguará
Porque quando se tem amigos eles vão até ao limite para ajudar a concretizar os nossos sonhos. Escutam os nossos pedidos e mesmo quando estes não estão ao alcance deles, há que puxar pela criatividade que Deus lhes deu para os realizar.
Wednesday, September 13, 2006
Devaneios Maníaco-Depressivos De Uma Aniversariante
Estou confusa. Não sei se me entristeço com a proximidade do fim das últimas horas com 20 anos ou se me alegro por ter resistido ao ímpeto comum e global de cortar os pulsos, conseguindo chegar aos 21 mais sã e salva que muito boa gente.
Nostalgia. É capaz de ser nostalgia. Não sei muito bem porquê, que este foi um ano pesado, talvez por não ter sido assim tão pesado que os meus ombros não o pudessem suportar.
Pausa na escrita para ler a primeira mensagem de parabéns. É da Marta. Nunca falha. Cá está... as pessoas dizem “Parabéns”. Interpreto como um parabéns por teres nascido ou parabéns por teres resistido até aqui, de qualquer maneira o primeiro não faz sentido nenhum e o segundo é bastante mórbido para um dia de comemorações como o nosso aniversário. Seja como for a Marta não usou os parabéns, desejou “que esta data se repita por muitos e muitos anos”. Amen! Quer dizer, pensando bem, as Torres Gémeas já caíram faz cinco anos e o 11 de Setembro continua a repetir-se, o que significa que mesmo depois de eu morrer este dia continua a repetir-se. ‘Tá mal. Não devia ser. 13 de Setembro grita o meu nome a plenos pulmões. É o meu dia e ‘tá dito! Pausa para ponderar este pensamento deveras egoísta. Hum... desculpo-me porque faço anos.
Pois é, quando fazemos anos parece que podemos fazer tudo mas não há tempo para nada. Planeamos isto e aquilo e como todos os planos ou saem furados ou rebentam-nos na cara. Não é bonito. Quase sempre, vá. É estranho que o meu aniversário remeta tanto para a morte quando, na realidade, celebra o nascimento. Deve ser dos 21. Aparvalhamos à medida que crescemos e não o contrário como toda a gente pensa. É um processo contínuo e crescente.
Não me sinto mais adulta, muito menos mais responsável. Sinto que o tempo me foge por entre os dedos e eu ainda não fiz nada daquela lista de coisas a fazer antes de morrer. Eheheh, afinal é giro ter 21, fiquei mais dramática. É isso, sinto-me mais dramática. Devia escrever o meu testamento, suponho que seja mais fácil quando nos sentimos teatrais. Já tentei mas não consegui. Tenho tralha a mais e dá uma trabalheira desgraçada enumerar todos os meus bens, quanto mais pensar em quem é que quererá aquilo depois de eu morrer. E se quando eu morrer já for tão velha que já não tenha nada do que tenho hoje, tenha, no entanto, outras coisas? Tive um puto dum trabalhão para nada. É com este seguimento de pensamentos que dou por mim exausta pousando a caneta e o papel. Vou lá para fora espairecer e volto como nova sabendo que será pouco provável fazer um testamento de coisas que pouco ou nada valem se não para mim.
Agora penso nos obituários. Falava de testamentos a coisa deve ter surgido daí. Nós não temos disso. Acho mal, devíamos ter. Os Americanos têm. Pensando melhor, se calhar não devíamos ter. Mas que é bonito é. Também já tentei escrever o meu próprio obituário, mas não consigo. É daquelas coisas que os outros fazem melhor... Fulano de Tal nasceu na data X. Tinha uma alma de num-sei-quantos, fez num-sei-o-quê da sua vida... Depois é suposto seguirem-se uma data de elogios ou de críticas negativas ou os dois e ficamos todos a saber quem foi Fulano de Tal. Parece-me uma ideia importante e bonita esta coisa dos obituários que nós não temos.
‘Tou a ficar podre de sono e já não me apetece falar mais em obituários. Mais uma vez não me parece que vá conseguir escrever o meu. Até porque não me sinto lá muito boa pessoa este ano. Acho que já fui melhor. Ser-se boa pessoa dá trabalho, requer esforço e dedicação. Vou dormir para amanha viver o primeiro dia do resto da minha vida com força, energia e vontade de ser uma pessoa melhor. Só por ter tido este pensamento já me sinto alguém ligeiramente melhor que a de há dois segundos atrás.
Sendo assim...
Boa Noite e Boa Sorte
Saturday, September 02, 2006
His Dark Materials

Um OLÁ bem grande a todos vocês que já tinham saudades de relatos e confidências com sabor a sonhos e bolinhos!
Esta passagem, rápida ou não (ainda não sei), destina-se a deixar neste blog um bocadinho de cultura, só um bocadinho que não gosto de exageros.
Ontem à noite acabei de ler uma trilogia que o meu queridíssimo irmão desencantou não sei bem onde, provavelmente no mundo da Fnac, que A Autoridade a abençoe! A trilogia tem o nome de His Dark Materials, traduzida para Mundos Paralelos em Portugal. Para quem gosta de ficção científica com pés e cabeça e muito mais pelo meio estes três livros vão ser difíceis de pousar uma vez começada a leitura. Um misto d
e fantasia e ciência, de morte e vida são os ingredientes desta saga onde o autor, Philip Pullman, vai beber conceitos e ideias a J.R.R.Tolkien, Nietzsche, J.K.Rowling entre muitos outros de uma forma genial. Os Reinos do Norte, A Torre dos Anjos e O Telescópio de Âmbar levam o leitor para uma porrada de mundos de uma forma tão subtil que nem damos por ela. Para todas as idades, o Sr. Pullman conseguiu aqui uma aventura de cortar a respiração, enternecer corações e marcar almas. Tendo já sido adaptada para peças de teatro, esta obra está neste momento a ganhar vida para as salas de cinema. O realizador é o mesmo dos Americans Pies 1 e 2, não sei se há mais, espero bem que não, mas eu tenho fé e acredito que Chris Weitz vai fazer um bom trabalho! Na realidade acho que não m
as há que ser positivo... Sr Jackson, Peter, tu que vens aqui tão religiosamente ler o meu blog, meu querido amigo, ainda não é tarde para seres tu a realizar estes filmes...Em resumo, o que vos quero deixar é a minha opinião, não fiquem à espera do filme tipo tonos, burros e preguiçosos. Ide arranjar um exemplar desta trilogia! Mas não comprem um de cada vez porque quando acabarem o primeiro não vão conseguir esperar para ler o segundo.
Deixo-vos então na companhia de Will e Lyra, que já me deram tantas emoções...

