Thursday, June 28, 2007
Tuesday, June 05, 2007
Ós anos!

No sábado apanhei um programa de televisão no TV5Monde que que eu já não via sei lá há quanto tempo! Fort Boyard. Lembram-se?
Infelizes daqueles que nunca o viram.
Cenário: um forte no meio do mar.
Isoladinho e solitário ali no meio das alforrecas.
Protagonistas: um grupo de seis elementos.
Acção: Uma caça ao tesouro do arco da velha.
Eles têm de trepar paredes, fazer bunging jumping, nadar até num sei onde para colecionar bóias e andar na corda bamba com uma vara a nem-sei-bem quantos metros de altura. Mas as minhas provas favoritas ainda são aquelas com as cobras, as aranhas, os gafanhotos, as moscas e, la piéce de resistance, as minhocas! A mim é que não me apanhavam naquilo. Altamente nojento. Maravilhoso de se ver. 

Basicamente o povo anda de sala em sala a executar provas para obter as chaves que depois abrem a câmra do tesouro. As moedas caem do céu e tudo! Fantástico. É pena ser em francês, mas perceber o que eles dizem também não é muito importante.
Ena pá, tinha saudades daquele programa. O druída la em cima a dar as pistas para o final e as provas impossíveis de realizar... ah maravilha. E as ampulhetas fora das salas pa avisar que os tipos vão mesmo ficar presos lá dentro. Lindo, lindo.
"'Cause you are mine, I walk the line"
Friday, May 18, 2007
Viagens de Amarelo e Branco
Éramos caloiros.
Passámos o portão da escola a medo e ansiosos, como se a vida começasse naquele dia.
Passámos o portão da escola a medo e ansiosos, como se a vida começasse naquele dia.
Capas negras esperavam-nos no jardim, cuja relva hoje conhecemos bem.
Ensinaram-nos saudações, regras, brincadeiras e posições estranhíssimas que não faziam sentido nenhum.
Era a praxe.
Em duas semanas aprendemos que as músicas também se podem cantar aos berros, mesmo quando estamos rodeados por dois hospitais.
A primeira aula.
O professor desenha um belo dum boneco no quadro e acende um cigarro enquanto nos explica o que significa proximal, distal e medial.
Marca uma dissertação, sobre as relações sexuais entre enfermeiras e médicos nos hospitais, para trabalho de casa.
Há quem continue a tirar apontamentos.
O Peter (que na altura inda era só Tiago) vai para a rua porque pediu ao professor para apagar o cigarro, já que estava prestes a ter um ataque de asma.
No segundo seguinte estamos de quatro em cima das mesas do polivalente (naquela altura ainda não tinha o estatuto de auditório nem cadeiras de sala de cinema).
Foi a nossa aula fantasma.
6h59.
Olhos meio abertos e o coração a bater com o desespero de quem sabe que ainda falta muito para as 9h.
Nunca mais é a hora das massagens...
Deve ser quinta-feira.
Olhamos para o IPO e continuamos à espera que um doente nos presenteie com um desenho catita colado à janela, afinal de contas cantamos para eles todas as semanas. Depois olhamos para o chão.
Conhecemos bem os ladrilhos das imediações. As nossas testas também.
A nossa turma.
Não gostámos todos uns dos outros naquele início.
Pessoal de Paços, Resende, Felgueiras, Póvoa, Famalicão, Maia, Gondomar, VNGaia, Porto e até uma miúda da Madeira que falava uma língua que ninguém entendia.
O ensino superior tem as suas manhas e manias.
E tem professores, alguns que mais valia Nosso Senhor levar...
Ensinaram-nos que cruzar as pernas é um acto de masturbação e que de vez em quando devemos parar para ouvir os passarinhos lá fora.
O que vale é que os estudantes so processam 50% da informação que lhes é transmitida...
Fomos às teóricas de que o povo tanto fala!
Não fomos é muitas vezes que as mesas são duras e mais vale dormir em casa.
Também fomos às práticas.
Aprender a dobrar lençois e a fazer camas. Parecendo que não, facilita.
Criámos laços da mais pura amizade com a D. Teresa e a D.Conceição, ocupantes assíduas das camas das enfermarias, e demos banho a bebés... de plástico.
Depois veio a primeira ronda de exames.
Estudámos que nos matámos. Foi para aprender a lição.
No ensino superior é uma questão de sorte, claro que convém estudar mas o esforço que pomos no estudo não vai ser reflectido na nossa nota.
Para o final do ano já éramos meninos para estudar de véspera como manda o código.
A seguir descobrimos os trabalhos de grupo.
Mas a sério, que no secundário é só a brincar (nós é que não sabemos).
E descobrimos que depois de entregar o trabalho temos de olhar para os profes e explicar porque é que só colocámos 53 vírgulas e não 54.
Não é facil, não.
Enquanto isto, a praxe continuou. Alegre e sem razão de ser.
Ensinaram-nos a contar: 4, 5, 21...
Também nos mostraram que a aspirina provoca dores, não as tira.
Descobrimos que ovos, maionese, farinha e outros ingredientes culinários combinados nunca dão bom resultado, muito menos quando esmagados nas nossas cabeças.
Leilões a feijões também é outra coisa que não dá bons frutos.
Mas os trajes vestiram-se, as capas traçaram-se, as nabiças foram impostas... até que numa noite, durante o golo do FCP, deixámos de ser caloiros.
Parece que foi ontem.
Não. Passaram anos.
Fomos aplaudindo Tunas, apadrinhando afilhados, vivendo queimas e jantares.
Trabalhámos até acharmos que não podíamos mais... e depois mais um bocadinho.
Ensinaram-nos saudações, regras, brincadeiras e posições estranhíssimas que não faziam sentido nenhum.
Era a praxe.
Em duas semanas aprendemos que as músicas também se podem cantar aos berros, mesmo quando estamos rodeados por dois hospitais.
A primeira aula.
O professor desenha um belo dum boneco no quadro e acende um cigarro enquanto nos explica o que significa proximal, distal e medial.
Marca uma dissertação, sobre as relações sexuais entre enfermeiras e médicos nos hospitais, para trabalho de casa.
Há quem continue a tirar apontamentos.
O Peter (que na altura inda era só Tiago) vai para a rua porque pediu ao professor para apagar o cigarro, já que estava prestes a ter um ataque de asma.
No segundo seguinte estamos de quatro em cima das mesas do polivalente (naquela altura ainda não tinha o estatuto de auditório nem cadeiras de sala de cinema).
Foi a nossa aula fantasma.
6h59.
Olhos meio abertos e o coração a bater com o desespero de quem sabe que ainda falta muito para as 9h.
Nunca mais é a hora das massagens...
Deve ser quinta-feira.
Olhamos para o IPO e continuamos à espera que um doente nos presenteie com um desenho catita colado à janela, afinal de contas cantamos para eles todas as semanas. Depois olhamos para o chão.
Conhecemos bem os ladrilhos das imediações. As nossas testas também.
A nossa turma.
Não gostámos todos uns dos outros naquele início.
Pessoal de Paços, Resende, Felgueiras, Póvoa, Famalicão, Maia, Gondomar, VNGaia, Porto e até uma miúda da Madeira que falava uma língua que ninguém entendia.
O ensino superior tem as suas manhas e manias.
E tem professores, alguns que mais valia Nosso Senhor levar...
Ensinaram-nos que cruzar as pernas é um acto de masturbação e que de vez em quando devemos parar para ouvir os passarinhos lá fora.
O que vale é que os estudantes so processam 50% da informação que lhes é transmitida...
Fomos às teóricas de que o povo tanto fala!
Não fomos é muitas vezes que as mesas são duras e mais vale dormir em casa.
Também fomos às práticas.
Aprender a dobrar lençois e a fazer camas. Parecendo que não, facilita.
Criámos laços da mais pura amizade com a D. Teresa e a D.Conceição, ocupantes assíduas das camas das enfermarias, e demos banho a bebés... de plástico.
Depois veio a primeira ronda de exames.
Estudámos que nos matámos. Foi para aprender a lição.
No ensino superior é uma questão de sorte, claro que convém estudar mas o esforço que pomos no estudo não vai ser reflectido na nossa nota.
Para o final do ano já éramos meninos para estudar de véspera como manda o código.
A seguir descobrimos os trabalhos de grupo.
Mas a sério, que no secundário é só a brincar (nós é que não sabemos).
E descobrimos que depois de entregar o trabalho temos de olhar para os profes e explicar porque é que só colocámos 53 vírgulas e não 54.
Não é facil, não.
Enquanto isto, a praxe continuou. Alegre e sem razão de ser.
Ensinaram-nos a contar: 4, 5, 21...
Também nos mostraram que a aspirina provoca dores, não as tira.
Descobrimos que ovos, maionese, farinha e outros ingredientes culinários combinados nunca dão bom resultado, muito menos quando esmagados nas nossas cabeças.
Leilões a feijões também é outra coisa que não dá bons frutos.
Mas os trajes vestiram-se, as capas traçaram-se, as nabiças foram impostas... até que numa noite, durante o golo do FCP, deixámos de ser caloiros.
Parece que foi ontem.
Não. Passaram anos.
Fomos aplaudindo Tunas, apadrinhando afilhados, vivendo queimas e jantares.
Trabalhámos até acharmos que não podíamos mais... e depois mais um bocadinho.
Ritinhas.
Práticas, práticas, práticas, práticas, práticas, práticas...
Estágio. Foi entrar num avião para cair de pára-quedas no mundo real.
Eu encurtei a queda-livre para tentar outros voos.
Elas e ele chegaram ao solo, levantaram-se e decidiram explorar as redondezas com tudo o que tinham. E acreditem, era muito. Continua a ser.
Hoje as nossas vidas seguem rumos diferentes. Elas e ele salvam o mundo, um doente de cada vez. (Ou cinco em cada turno, depende do hospital.)
Eu escrevo para que o mundo saiba o que eles fazem todos os dias.
Parabéns finalistas! Foi um prazer ter feito parte da vossa viagem
Práticas, práticas, práticas, práticas, práticas, práticas...
Estágio. Foi entrar num avião para cair de pára-quedas no mundo real.
Eu encurtei a queda-livre para tentar outros voos.
Elas e ele chegaram ao solo, levantaram-se e decidiram explorar as redondezas com tudo o que tinham. E acreditem, era muito. Continua a ser.
Hoje as nossas vidas seguem rumos diferentes. Elas e ele salvam o mundo, um doente de cada vez. (Ou cinco em cada turno, depende do hospital.)
Eu escrevo para que o mundo saiba o que eles fazem todos os dias.
Parabéns finalistas! Foi um prazer ter feito parte da vossa viagem
Post dedicado a:
Ana Ni
Bete
Bruno
Cize
Claudinha
Ervilhinha
Li
Márcia
Mónica
Paulila,
os meus Porquinhos.
E às Sodona Liliana e Rafaelíssima que, embora não tenham feito a viagem desde o início comigo, vão estar sempre no meu ventrículo esquerdo, aquele que bombeia com mais força.
Bruno Nogueira a Solo no TNSJ
Passeávamos em Carlos Alberto numa quinta-feira que cheirava a ressaca da queima das fitas. Íamos em direcção a qualquer coisa que agora não me lembro... E lá estava ele. A olhar lá do alto em direcção aos sapatos, com as mãos nos bolsos e ar de quem tem muito que pensar e dizer sobre o mundo. Gosto particularmente deste cartaz. Gosto porque sim, porque é bonito.

- Ele vem ao Porto?
- NÃO!
- Sim...
- Não posso!!
- Terça-feira...
- NÃO!
- Sim...
- NÃO!
- Então é pa ir, não é?
- NÃO!
- Já percebi que sim.
Segunda-feira a Mafa lá foi.
Ver se havia bilhetes.
Havia.
2.
Obrigado Senhor.
Terça-feira. 21h30. Teatro Nacional São João.
O raio do teatro é brutal. Lindo, lindo, lindo.
E o Bruno é Grande. É mesmo. (inclusivé do 4º andar) Desproporcional como ele só. Entrou de mansinho com a ajuda do Alzheimer e foi o Bruno Nogueira. Aquele que já me habitou à genialidade de quem nasceu para aquilo. Nunca mais um actimel me vai saber ao mesmo.
Uma hora e meia a rir como se não houvesse amanhã.
Obrigado por teres chamado a atenção para aquela grande e preocupante questão que é: “Porque é que chamar gordo a um gordo é falta de educação mas chamar magro a um magro não?”. Só por isso Bruno, foste Grande! E também por resolveres a fome em África...
Não foram? Temos pena. Olha, tomem um Ben-u-ron.
A noite? Memorável.
O Bruno? Do melhor!
Saturday, April 21, 2007
Raios e Coriscos
Foi realmente um acidente. Tudo o resto são calúnias! Calúnias, meus amigos. Ele nunca sequer tirou férias! E ponho as tripas de fora a quem disser o contrário... especialmente se for cunhado meu e cunhado da vítima.
"Porque eu tou convencido ainda hoje que ele se calhar não pensava que tinha sido eu quando o meu cunhado disse aquilo porque há um moço que 'ta na parte de trás de mim."
Cá para mim foi dos caracóis...
"Porque eu tou convencido ainda hoje que ele se calhar não pensava que tinha sido eu quando o meu cunhado disse aquilo porque há um moço que 'ta na parte de trás de mim."
Cá para mim foi dos caracóis...
Eternidades
"Falamos de ti, todos os dias. Estás vivo, portanto."
RFR in sorriso-do-bisturi.blogspot.com
Não tenho saudades do avô da Rita Ferro Rodrigues, confesso. Sinto falta de outros avós... E quando há gente que aparece com frases perfeitas, o copy paste fica também cá dentro.
RFR in sorriso-do-bisturi.blogspot.com
Não tenho saudades do avô da Rita Ferro Rodrigues, confesso. Sinto falta de outros avós... E quando há gente que aparece com frases perfeitas, o copy paste fica também cá dentro.
Friday, April 06, 2007
Modernices
Infelizmente, a ignorância já não é uma benção... é uma despesa de 35,33 € ao fim do mês...
It's all better now. Problem solved.
It's all better now. Problem solved.
Saturday, March 17, 2007
Há Vidas Que Não São Vidas
“Uso de procedimentos que permitem proporcionar, sem sofrimento,a morte a um ser humano que a deseja – ou que se supõe desejá-la – tão doloroso é o seu estado”. Esta é a definição de eutanásia no Dicionário Médico.
A morte e aperda foram desde sempre assuntos controversos, acontecimentos que, embora inevitáveis, são difíceis de aceitar. No entanto, mais difícil ainda é, a meu ver, a doença. Esta é algo que muitas vezes reduz o ser humanoa pouco mais de uma presença. Tudo o que um dia nos caracterizou – as nossas experiências, a nossa independência nas acções mais básicas, a nossa capacidade de comunicar – podem passar a ser apenas uma lembrança na memória dos outros. Será errado proporcionar a morte a alguém que já não tem motivos para viver?
A moral natural é a base da condenação generalizada da eutanásia, condenação esta ampliada pela moral com fundamento religioso. Um homem matar outro homem homem, sejam quais forem as circunstâncias ou os motivos porque o faz, é um abuso em relação à ordem natural. Mas não teremos nós a liberdade para pôr fim à nossa própria vida? Para os católicos, a recusa da eutanásia é uma evidência: se foi Deus quem nos deu a vida, Ele é o único que no-la pode tirar. E, por isso, devemos suportar tudo, mesmo o insuportável até ao nosso último suspiro? Prefiro acreditar que não.
Quando as tentativas de aliviar a dor de um doente em fase terminal são ineficazes ou quando ele é evitado pelos outros, abandonado numa cama de hospital ou instituição social, é errado acabar com um sofrimento que parece não ter fim? Há quem defenda que a aceitação da eutanásia levaria à quebra da confiança que o doente tem no médico. Uma sociedade que despenaliza a eutanásia arrisca-se a provocar uma enorme insegurança nos cidadãos face à actividade das equipas da saúde. Eu, pessoalmente, temo ainda mais a distanásia, ou seja, o prolongamente irracional e inútil da vida; fazer mais, para além do que é necessário, quando não há viabilidade nehuma. É difícil deixar alguém partir, a morte é, às vezes, aceite com mais facilidade pelos próprios doentes do que pelos familiares…
A alternativa médiaca e social para os casos extremos é a medicina paliativa de alta qualidade, no domicílio ou em instituições de carácter residencial. Mas e os meios? E os recursos humanos? Quem vai cuidar de quem já não quer estar cá? Nem todo o doente em fase treminal tem uma família que o acolha de braços abertos e ainda menos são aqueles que têm os recursos monetários para usufruir dos cuidados paliativos.
A realidade é que há vidas que não são vidas e das duas uma: ou o Estado e as organizações de solidariedade investem nos cuidados paliativos para que estes estejam ao alcance de qualquer um ou permite-se que o direito à autonomia do doente seja levado ao extremo, já que ele foi privado de tantos outros pela doença. O que é inconcebível no século XXI é alguém sofrer mais do que se pode imaginar porque tem de esperar pela alta celestial.
A morte e aperda foram desde sempre assuntos controversos, acontecimentos que, embora inevitáveis, são difíceis de aceitar. No entanto, mais difícil ainda é, a meu ver, a doença. Esta é algo que muitas vezes reduz o ser humanoa pouco mais de uma presença. Tudo o que um dia nos caracterizou – as nossas experiências, a nossa independência nas acções mais básicas, a nossa capacidade de comunicar – podem passar a ser apenas uma lembrança na memória dos outros. Será errado proporcionar a morte a alguém que já não tem motivos para viver?
A moral natural é a base da condenação generalizada da eutanásia, condenação esta ampliada pela moral com fundamento religioso. Um homem matar outro homem homem, sejam quais forem as circunstâncias ou os motivos porque o faz, é um abuso em relação à ordem natural. Mas não teremos nós a liberdade para pôr fim à nossa própria vida? Para os católicos, a recusa da eutanásia é uma evidência: se foi Deus quem nos deu a vida, Ele é o único que no-la pode tirar. E, por isso, devemos suportar tudo, mesmo o insuportável até ao nosso último suspiro? Prefiro acreditar que não.
Quando as tentativas de aliviar a dor de um doente em fase terminal são ineficazes ou quando ele é evitado pelos outros, abandonado numa cama de hospital ou instituição social, é errado acabar com um sofrimento que parece não ter fim? Há quem defenda que a aceitação da eutanásia levaria à quebra da confiança que o doente tem no médico. Uma sociedade que despenaliza a eutanásia arrisca-se a provocar uma enorme insegurança nos cidadãos face à actividade das equipas da saúde. Eu, pessoalmente, temo ainda mais a distanásia, ou seja, o prolongamente irracional e inútil da vida; fazer mais, para além do que é necessário, quando não há viabilidade nehuma. É difícil deixar alguém partir, a morte é, às vezes, aceite com mais facilidade pelos próprios doentes do que pelos familiares…
A alternativa médiaca e social para os casos extremos é a medicina paliativa de alta qualidade, no domicílio ou em instituições de carácter residencial. Mas e os meios? E os recursos humanos? Quem vai cuidar de quem já não quer estar cá? Nem todo o doente em fase treminal tem uma família que o acolha de braços abertos e ainda menos são aqueles que têm os recursos monetários para usufruir dos cuidados paliativos.
A realidade é que há vidas que não são vidas e das duas uma: ou o Estado e as organizações de solidariedade investem nos cuidados paliativos para que estes estejam ao alcance de qualquer um ou permite-se que o direito à autonomia do doente seja levado ao extremo, já que ele foi privado de tantos outros pela doença. O que é inconcebível no século XXI é alguém sofrer mais do que se pode imaginar porque tem de esperar pela alta celestial.
Feliz Aniversário
Atrasadinha, como sempre, mas sem falta.
O Relatos e Confidências completou ontem um ano de existência.
Um obrigado muito grande a todos os que o visitam e comentam e venha daí mais um ano a oferecer os melhores bolinhos que os sonhos têm para dar.

O Relatos e Confidências completou ontem um ano de existência.
Um obrigado muito grande a todos os que o visitam e comentam e venha daí mais um ano a oferecer os melhores bolinhos que os sonhos têm para dar.

"525,600 minutes, 525,000 moments so dear.
525,600 minutes - how do you measure, measure a year?
In daylights, in sunsets, in midnights, in cups of coffee.
In inches, in miles, in laughter, in strife.
In 525,600 minutes - how do you measure a year in the life?
How about love?
How about love?
How about love?
Measure in love. Seasons of love.
525,600 minutes! 525,000 journeys to plan.
525,600 minutes - how can you measure the life of a woman or man?
In truths that she learned, or in times that he cried.
In bridges he burned, or the way that she died.
It’s time now to sing out,
though the story never ends
let's celebrate
remember a year in the life of friends.
Rememberthe love!
Measure in love.
Seasons of love!
Seasons of love."
Rent Soudtrack (Seasons of Love)
Thursday, February 22, 2007
Today is Grey
"Somos adultos...
Quando é que isso aconteceu?!
E, principalmente, como é que deixamos de o ser?"
Quando é que isso aconteceu?!
E, principalmente, como é que deixamos de o ser?"
Friday, February 16, 2007
LOL

Tenho de escrever sobre algo que não percebo e talvez por isso me enerve. Não sei bem quando, apareceu a moda do LOL, que muito boa gente usa sem saber o que significa.
O que significa eu sei (“laughing out loud”), que é como quem diz “rir a bom rir”, “rir a bandeiras despregadas”, “achar uma piada do caraças a qualquer coisa”, não percebo é o exagero do seu uso.
No MSN ainda se percebia. Não vemos nem ouvimos quem está do outro lado e então quando se acha muita piada a qualquer coisa escreve-se LOL, mas é quando se acha mesmo MUITA piada, tipo estar quase a cair da cadeira de tanto rir. Não me parece que isso aconteça tantas vezes quanto as que eu leio LOL.
Agora isto ainda passa, o que não passa é o seguinte:
Em conversa cara a cara com alguém eu faço uma piada, relativamente fraquinha, e em vez de se rirem dizem-me, em tom normal, - “LOL”. LOL?!?! Mas então agora até o riso vai ser substituído por palavras, acrónimos? Pelas vossas alminhas, riam-se ou não se riam, não me digam é LOL.
O que significa eu sei (“laughing out loud”), que é como quem diz “rir a bom rir”, “rir a bandeiras despregadas”, “achar uma piada do caraças a qualquer coisa”, não percebo é o exagero do seu uso.
No MSN ainda se percebia. Não vemos nem ouvimos quem está do outro lado e então quando se acha muita piada a qualquer coisa escreve-se LOL, mas é quando se acha mesmo MUITA piada, tipo estar quase a cair da cadeira de tanto rir. Não me parece que isso aconteça tantas vezes quanto as que eu leio LOL.
Agora isto ainda passa, o que não passa é o seguinte:
Em conversa cara a cara com alguém eu faço uma piada, relativamente fraquinha, e em vez de se rirem dizem-me, em tom normal, - “LOL”. LOL?!?! Mas então agora até o riso vai ser substituído por palavras, acrónimos? Pelas vossas alminhas, riam-se ou não se riam, não me digam é LOL.
Sunday, January 28, 2007
Cadáver adiado… ou antecipado?
Fernando pessoa disse um dia que todos nós somos cadáveres adiados. Em verdade não há nada mais certo na vida que o seu fim, pois a morte é algo tão natural como o nascimento ou, pelo menos, assim deveria ser.
A pena de morte é uma sentença, aplicada pelo tribunal, que consiste em retirar legalmente a vida a uma pessoa julgada culpada de ter cometido um crime considerado, pelo Estado, como suficientemente grave e justo de ser punido com a morte. O que nos torna, então, tão importantes e sábios que nos permite decidir quem merece morrer antes da sua hora? O que torna o carrasco diferente do criminoso? Nada.
Na minha opinião, o primeiro e mais importante entrave à pena de morte está subjacente na própria definição. Enquanto existir a pena de morte existe a possibiliadde de executar um inocente. Desde 1973, nos EUA, 123 prisioneiros no corredor da morte foram libertados após provada a sua inocência. Lei e justiça são coisas diferentes e a última é falível, mais vezes do que as que imaginamos. Pura e simplesmente não temos o direito de retirar uma vida, seja em qual parte do mundo for. É crime. Mas isso faz-se? Faz-se.
Não sei se alguma vez conseguirei discordar de quem afirma que, para os faniliares daqueles que morreram à mercê dos assassinos, a única forma de justiça satifatória é a morte deste últimos, ams também sei que isto não traz as vítimas de volta, nem tão pouco compensa aquela perda. Acredito na prisão perpétua e numa vida inteira a ver o sol nascer aos quadrados, enquanto se olha, constantemente, por cima do ombro.
Os direitos humanos são para todos, inocentes ou culpados e a pena de morte é a sentença mais cruel, desumana e degradante que se pode aplicar.
Napoleão justificou as suas execuções dizendo que para não se punir muitas vezes, pune-se severamente. Embora por outras palavras, quem hoje defende esta violação dos direitos humanos – que é a pena de morte – usa o mesmo argumento. Desengane-se quem pensa que a prática desta sentença reduz a criminalidade mais eficazmente que os outros tipos de punição. Não há nada que comprove isso. Nada. Mais ainda, o índice de criminalidade nos EUA (onde a pena de morte é practicada em 38 dos seus 50 Estados) é dos mais altos do mundo.
Portanto, nada nos torna tão importantes ou sábios que possamos decidir quem deve pagar o quê com a vida. Como é possível que na China, por exemplo, a pena de morte seja aplicada para mais de 68 ofensas criminais diferentes? Como é que se justifica esta banalização da vida?
Afinal Pessoa estava errado. Não somos todos cadáveres adiados, alguns de nós são cadáveres antecipados.
A pena de morte é uma sentença, aplicada pelo tribunal, que consiste em retirar legalmente a vida a uma pessoa julgada culpada de ter cometido um crime considerado, pelo Estado, como suficientemente grave e justo de ser punido com a morte. O que nos torna, então, tão importantes e sábios que nos permite decidir quem merece morrer antes da sua hora? O que torna o carrasco diferente do criminoso? Nada.
Na minha opinião, o primeiro e mais importante entrave à pena de morte está subjacente na própria definição. Enquanto existir a pena de morte existe a possibiliadde de executar um inocente. Desde 1973, nos EUA, 123 prisioneiros no corredor da morte foram libertados após provada a sua inocência. Lei e justiça são coisas diferentes e a última é falível, mais vezes do que as que imaginamos. Pura e simplesmente não temos o direito de retirar uma vida, seja em qual parte do mundo for. É crime. Mas isso faz-se? Faz-se.
Não sei se alguma vez conseguirei discordar de quem afirma que, para os faniliares daqueles que morreram à mercê dos assassinos, a única forma de justiça satifatória é a morte deste últimos, ams também sei que isto não traz as vítimas de volta, nem tão pouco compensa aquela perda. Acredito na prisão perpétua e numa vida inteira a ver o sol nascer aos quadrados, enquanto se olha, constantemente, por cima do ombro.
Os direitos humanos são para todos, inocentes ou culpados e a pena de morte é a sentença mais cruel, desumana e degradante que se pode aplicar.
Napoleão justificou as suas execuções dizendo que para não se punir muitas vezes, pune-se severamente. Embora por outras palavras, quem hoje defende esta violação dos direitos humanos – que é a pena de morte – usa o mesmo argumento. Desengane-se quem pensa que a prática desta sentença reduz a criminalidade mais eficazmente que os outros tipos de punição. Não há nada que comprove isso. Nada. Mais ainda, o índice de criminalidade nos EUA (onde a pena de morte é practicada em 38 dos seus 50 Estados) é dos mais altos do mundo.
Portanto, nada nos torna tão importantes ou sábios que possamos decidir quem deve pagar o quê com a vida. Como é possível que na China, por exemplo, a pena de morte seja aplicada para mais de 68 ofensas criminais diferentes? Como é que se justifica esta banalização da vida?
Afinal Pessoa estava errado. Não somos todos cadáveres adiados, alguns de nós são cadáveres antecipados.
Thursday, January 25, 2007
Casino Royale
Fui ver. Gostei. Gostei muito. Craig, Daniel Craig, muito bom. MUITO BOM MESMO. O filme, possivelmente o melhor que eu vi do 007.
Amanha há teste de informática e eu tou a treinar as frases curtas mas com muito conteúdo. Dizem-me que os engenheiros são pessoas que não gostam de muito parlapiê e o meu professor é engenheiro.
Deixo-vos ficar o tema principal do 007, Casino Royale. Não é que funcione extraordinariamente bem no filme mas ouve-se que é uma beleza... muitas e muitas vezes...
Tuesday, January 23, 2007
11 de Fevereiro
Têm-me perguntado qual a minha posição em relação ao referendo e os argumentos que a justificam...
O Direito a Ser
Queremos mesmo tornar legal o acto de despachar um filho? Ao fim e ao cabo é este o tema que emerge na sociedade actual e do qual se fala com tanto fervor e à-vontade. O referendo sobre o aborto, ou sobre a interrupção voluntária da gravidez, como alguns lhe preferem chamar, baseia-se na legalização de uma acção que põe fim a uma vida. Será isto discutível? Com certeza.
Até às dez semanas de gestação, o ovotem o nome de embrião, a partir daí recebe a denominação de feto. Devido à imaturidade dos órgãos recém-formados do embrião, há quem não lhe reconheça vida. A ciência ainda não evoluiu o suficiente para que esta opinião passe a facto científico. Para já, não passa disso, de uma opinião. Eu acredito que a partir do ovo existe vida, esta é a minha opinião. O que não está aberto a discussão é o facto de cada embrião ser irrepetível. Isso é um facto.
Com tanta polémica surge a questão dos direitos. Ouço falar no direito que as crianças têm de ser amadas e pergunto-me se, antes disso, elas não têm o direito à vida. Será justo abortar com a desculpa de que mais vale não vir ao mundo do que nascer para ser maltratada ou abandonada num caixote do lixo? Que raio de justificação ignora completamente as opções de adopção ou apenas o simples facto de que ninguém sabe com certeza o que o futuro lhe reserva? Quando há tantos casais inférteis e tantas pessoas dispostas a adoptar crianças, custa-me a entender a lógica que leva um país a investir no aborto em vez de investir na adopção ou até nos serviços de saúde materna. O que me leva a abordar o direito à escolha. A mulher tem o direito de escolher se quer ou não ser mãe. Concordo. Assim como o homem tem o direito de escolher se quer ou não ser pai. Mas esse direito existe antes de engravidar. Eles têm o direito ao esclarecimento e ao planeamento familiar. O direito aos contraceptivos e à informação completa e detalhada sobre os mesmos. Aqui reside o direito de escolha.
O aborto, mesmo o espontâneo, acarreta graves sequelas. A lista de consequências resultantes do aborto é vasta. Não acredito que a despenalização da IVG traga vantagens ou que mude alguns dos pontos mencionados para melhor, muito pelo contrário.
È preciso fazer mais e melhor, o que exige esforço e criatividade para chegar até que se está nas tintas porque existe sempre a opção de abortar.
"Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?"
NÃO.
Tuesday, January 16, 2007
Deram-me Cabo dos Globos
Sim, continuo em hibernação para exames, mas a modos que ontem o AXN ia dar em directo a gala dos globos de ouro e eu... eu queria ver. E vi. Interrompi a hibernação, sai da gruta, e pus-me em frente à televisão à meia noite e meia, pronta para ver a gala. E nisto aparece-me no ecrã uma jovem muito sorridente com um calhamaço de apontamentos no colo a anunciar que está muito entusiasmada com a gala dos globos de ouro e mais umas tretas, sempre com o mesmo sorriso de orelha a orelha, enquanto auto-corrigia constantemente palavras que tinha dito bem. Atrás dela está um plasma onde onde se vêem desfilar as estrelas de cinema na carpete vermelha à entrada do Hotel Beverly Hilton.
Pensei cá para mim: “Oh cum catano! Atão num queres ver que não me vão deixar ver isto em paz e que vou ter de ouvir esta a gaja a traduzir aquilo que eu já percebi e a falar por cima dos tipos do cinema?”
É então que me aparece Dario Oliveira – especialista em cinema. (Como eles o identificaram em rodapé) Antes de mais nada, está correcto, o nome dele é Dario e não Dário. Não sabia que alguém se podia chamar Dario. Acho que era mais feliz quando não possuia essa informação. Em segundo lugar, a gala durou cerca de 4 horas. Sabeis o que é estar 4 horas a ouvir alguém dizer: “Sabes, Dario..”; “Olha, Dario...”; “Diz-me Dario...”? Sabeis, Sabeis? Mas a minha queixa nem é esta que o senhor não tem culpa de se chamar Dario... Peço desculpa por ter gozado com o seu nome, Dario.
Aquela menina, a apresentadora Liliana Neves - que me diz o Wikipédia ser jornalista e apresentar o Hollywood Boulevard no AXN – pôs-me os nervos em franja durante quatro horas e talvez por isso eu me tenha mantido acordada até ao final da coisa. Eu explico, queria mesmo ver aquilo. Estou à espera daquilo desde o ano passado... a data estava marcada na minha agenda!( Sim, mano, estou a dar uso à agenda que me desteis). Por isso resisti, e porque os discursos tiveram piada e porque estava ansiosa para saber se finalmente entregavam o globo ao Scorsese e porque...
Mas para isso tive de ouvir a menina, jornalista cor-de rosa, a falar com um especialista em cinema não de cinema, isso eu tolerava, mas de moda!!! Sou só eu ou isto não faz sentido nenhum? “Dario, nós há pouco vimos a Annete Benning e ela está de branco. Eu estou agora a lembrar-me dela há dois anos atrás com um vestido preto.. O que é que tu achas?” O que é que tu achas?? Eu não inventei isto. É uma citação, juro. É que fica gravado no tímpano. Também não ouvi Tom Hanks a apresentar o globo de carreira ao Warren Beatty porque eles estavam a falar por cima dele discutindo o que seria a ementa do jantar das celebridades e se elas comiam ou não. Como diria Meredith Grey: “Seriously!? Seriously?!”
Preferia ter estado a ver o Brad Pitt e o Jack Nicholson a comer nos intervalos do que a ouvir aqueles dois. Quer dizer, o Dario nem falou muito que ela não deixava, o que ela queria era fazer as perguntas todas do canhenho e saber “curiosidades” sobre as celebridades. Fiquei a saber por exemplo que Cameron Diaz já não está com Timberlake. Que Beyoncé não tem 25 anos mas 32. Que Clint Eastwood não diz “Action!”, diz “Ok”.Entre outras coisas que o sono, graças ao Nosso Senhor, levou.
Francamente AXN! Tanto bom jornalista paí...
O que vale é que eu devo ter sido a única pessoa a ver aquilo.
Pensei cá para mim: “Oh cum catano! Atão num queres ver que não me vão deixar ver isto em paz e que vou ter de ouvir esta a gaja a traduzir aquilo que eu já percebi e a falar por cima dos tipos do cinema?”
É então que me aparece Dario Oliveira – especialista em cinema. (Como eles o identificaram em rodapé) Antes de mais nada, está correcto, o nome dele é Dario e não Dário. Não sabia que alguém se podia chamar Dario. Acho que era mais feliz quando não possuia essa informação. Em segundo lugar, a gala durou cerca de 4 horas. Sabeis o que é estar 4 horas a ouvir alguém dizer: “Sabes, Dario..”; “Olha, Dario...”; “Diz-me Dario...”? Sabeis, Sabeis? Mas a minha queixa nem é esta que o senhor não tem culpa de se chamar Dario... Peço desculpa por ter gozado com o seu nome, Dario.
Aquela menina, a apresentadora Liliana Neves - que me diz o Wikipédia ser jornalista e apresentar o Hollywood Boulevard no AXN – pôs-me os nervos em franja durante quatro horas e talvez por isso eu me tenha mantido acordada até ao final da coisa. Eu explico, queria mesmo ver aquilo. Estou à espera daquilo desde o ano passado... a data estava marcada na minha agenda!( Sim, mano, estou a dar uso à agenda que me desteis). Por isso resisti, e porque os discursos tiveram piada e porque estava ansiosa para saber se finalmente entregavam o globo ao Scorsese e porque...
Mas para isso tive de ouvir a menina, jornalista cor-de rosa, a falar com um especialista em cinema não de cinema, isso eu tolerava, mas de moda!!! Sou só eu ou isto não faz sentido nenhum? “Dario, nós há pouco vimos a Annete Benning e ela está de branco. Eu estou agora a lembrar-me dela há dois anos atrás com um vestido preto.. O que é que tu achas?” O que é que tu achas?? Eu não inventei isto. É uma citação, juro. É que fica gravado no tímpano. Também não ouvi Tom Hanks a apresentar o globo de carreira ao Warren Beatty porque eles estavam a falar por cima dele discutindo o que seria a ementa do jantar das celebridades e se elas comiam ou não. Como diria Meredith Grey: “Seriously!? Seriously?!”
Preferia ter estado a ver o Brad Pitt e o Jack Nicholson a comer nos intervalos do que a ouvir aqueles dois. Quer dizer, o Dario nem falou muito que ela não deixava, o que ela queria era fazer as perguntas todas do canhenho e saber “curiosidades” sobre as celebridades. Fiquei a saber por exemplo que Cameron Diaz já não está com Timberlake. Que Beyoncé não tem 25 anos mas 32. Que Clint Eastwood não diz “Action!”, diz “Ok”.Entre outras coisas que o sono, graças ao Nosso Senhor, levou.
Francamente AXN! Tanto bom jornalista paí...
O que vale é que eu devo ter sido a única pessoa a ver aquilo.
Saturday, December 30, 2006
Babel
Friday, December 29, 2006
Hearts in Atlantis

A minha pergunta é:
Mas porque é que não ouvi falar mais deste filme?
Por alguma razão o povo deixou de se interessar por histórias simples, aquelas que fazem cair uma lagrimita numa cena ou outra que nos tira o chão.
Corações na Atlantida é assim, uma história simples que me comoveu, com um Sir Anthony Hopkins no seu habitual, ou seja, muito bom.
Aconselho… a todos aqueles que ainda encontram magia nas histórias mais simples que uma infância pode conter, mesmo que vividas numa outra pele que não a nossa.
Por alguma razão o povo deixou de se interessar por histórias simples, aquelas que fazem cair uma lagrimita numa cena ou outra que nos tira o chão.

Corações na Atlantida é assim, uma história simples que me comoveu, com um Sir Anthony Hopkins no seu habitual, ou seja, muito bom.
Aconselho… a todos aqueles que ainda encontram magia nas histórias mais simples que uma infância pode conter, mesmo que vividas numa outra pele que não a nossa.
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