Sunday, March 01, 2009
Ai que saudades...
MY DAD IS RICH - DRACO AND THE MALFOYS
My dad's always there
To open all my doors
You have to call a patronus just to catch a glimpse of yours
My mom says she loves me
When she tucks me into bed
How's your mommy doing in the Mirror of Erised?
My dad is rich
And your dad is dead
My dad is rich and your dad is dead
Your dad's on his journey
To the great beyond
When you're dueling you might see him come out of someone else's wand
You may have freed our house-elf
And brought doubt to our family name
But your parents still got toasted by a big green glowing flame
My dad is rich
And your dad is dead
My dad is rich and your dad is dead
My dad is rich
And your dad is dead
My dad is rich and your dad is dead
Academy Awards 2009
Foi a melhor cerimónia dos Academy Awards que vi até hoje. Sei que não vi muitas, mas mesmo assim. Grande, grande Hugh Jackman. Já disse e repito que gosto muito de pessoas que sabem fazer mil coisas e bem, Jackman é um exemplo desses. Aquilo sim é entretenimento bem ao estilo Broadway.
Mas Hugh Jackman não foi a única inovação brilhante da cerimónia. A entrega das estatuetas aos actores foi uma solução muito iluminada da Academia, assim como a mudança do cenário na distribuição das categorias técnicas. Já para não falar das várias duplas e das montagens que fizeram rir o povo na noite de domingo.
E, embora ainda me falte ver alguns dos nomeados, parece-me que as estatuetas foram entregues em boas mãos.
E pela última vez, o Óscar póstumo foi mais que merecido e acredito piamente que se Ledger não tivesse morrido teria sido nomeado na mesma e levado o prémio para casa. Embora The Dark Night seja um filme de acção, os quais normalmente não vão para além das nomeações nas categorias técnicas, o Joker de Legder foi uma reinvenção do personagem e do actor.
É verdade que Jack Nicholson com menos recursos teve uma excelente performance mas isso não me impede de achar que Health Ledger superou essa interpretação deixando um marco na história do cinema.
Estava a torcer por Slumdog Millionaire (cuja adaptação do título para português é ridícula) porque acredito em histórias bonitas, que nos envolvem, nos transportam para locais remotos e nos deixam uma sensação de felicidade no fim.
E em filmes que são realizados com paixão, dedicação e qualidade
Kate Winslet e Sean Penn são actores que nunca, mas nunca desiludem.
Saturday, February 28, 2009
Festival de Quê?
Parece que este ano a RTP "inovou" o processo de selecção. Toda a gente pôde concorrer com letra e melodia e, ao que consta, mais de 300 crentes enviaram a sua oportunidade. Desses 300 e num-sei-quê, alguém seleccionou 24. O passo seguinte foi permitir ao povinho escolher 12 dessas 24 composições através de voto electrónico.
Como eu estava a dizer, a Sílvia Alberto, que já teve mais jeito para a coisa, está agora a ganhar a vida a apresentar um programa que eu nem sei muito bem como hei-de insultar. Não a Sílvia. O programa.
Se me querem fazer acreditar que aquelas coisas, a que eu me recuso chamar de canções para não ofender as canções, eram as melhores de entre mais de trezentas, devem estar mais loucos que o Joaquim Phoenix!
Nucha? Nem sei se é com "x" se é com "ch" e estou-me tão nas tintas que nem vou perder 2 segundos a confirmar no Google. Ela estava com um vestido gótico num cenário medieval acompanhada de um tipo saído de "Os Vampiros de John Carpenter". Sim, que nada diz "português" como o Halloween, toda a gente sabe...
Romana? Com uma porcaria que não era fado nem era música, era barulho e berros. E come on... Romana?
Depois veio uma rapariguita de cor-de-rosa dizer 30 vezes que ia escrever um poema. Então vai lá escrever o poema e volta quando tiveres uma coisa de jeito para cantar!
E tudo fala de amor porque é a coisa mais portuguesa que existe, é tudo o que nós precisamos para viver e, pelos vistos, é o único tema jeitoso para dar letra a uma melodia.
Ai esperem... a Luciana Abreu está a falar sobre a paz, mas de vez em quando sai-lhe um "AHHHHHHHHHHHHH" a queixar-se das dores nas costas e fico "confuza". Também não sei muito bem se ela sabe que o Obama já ganhou e que já não é preciso andar a divulgar o "Yes We Can" dele. Alguém lhe devia dizer, a moça não é obrigada a ler jornais.
Esta merda é o melhor de entre mais de trezentas??? Uma ova que é!
Vivemos no país da gatunagem em que ser ladrão e desonesto é uma carreira reconhecida e aplaudida.
Conheço o nome de mais de metade dos 12 escolhidos, isto é descobrir talentos que é uma coisinha parva. Gente que começa agora a concorrer com Floribelas e Nuchas, Romanas, Nunos Nortes... Realmente faz todo o sentido, não haja dúvidas.
Antigamente ficávamos num honroso último lugar com canções que continuariam a ser cantadas por muitos e muitos anos. Agora ficamos num vergonhoso último lugar porque nem nós votaríamos na canção do nosso país.
E o que queremos fazer é esquecer a letra sem pés nem cabeça que acompanhou aquela melodia que faz lembrar outra que já ouvimos mas não sabemos bem aonde.
O problema não é só presistirmos num Festival que se rege por leis e acordos políticos em vez de avaliar a arte e o talento, é também não sabermos, dentro da nossa própria casa, procurar o talento onde ele realmente existe.
Friday, February 06, 2009
Slumdog Millionaire
Está tanta coisa no cinema que eu quero ver que nem sei para que lado me virar.
Hoje fui ver o Slumdog Millionaire.
Acho que não podia ter começado melhor estas férias do que com esta história do rapaz de um bairro de lata de Bombaim que decide ir ao “Quem quer ser milionário?”. Com um mijo do caraças, Jamal lá vai tendo umas perguntas castiças que o levam a contar-nos a história da vida dele. E que história do arco-da-velha!
Sai-se da sala de cinema com um sorriso na fronha e uma uma história bonita na memória, bem ao jeito de Bollywood.
É do realizador inglês Danny Boyle e foi filmado na Índia com actores surpreendentes (falo da criançada).
Gostei muito, muito, muito.
Está agora nos cinemas, já ganhou globos de ouro e está na corrida aos Óscares.
Ide ver.
Slumdog Millionaire - Jai Ho.mp3 -
Friday, January 09, 2009
Patrick Wilson e o Anúncio da GAP
Então e "Tatiana, não tiveste nada para contar ao povo?"
Oh pá tive, mas coisa e tal, cenas e num-sei-quê, não tive tempo ou não tive pachorra para vos contar fosse o que fosse.
"Mas e agora este estaminé vai finalmente ficar actualizado?"
Oh pá, não, mas temos de começar por algum lado.
E é pegando nesta frase - a última do filme Little Children - que vos venho falar de um senhor que me tem surpreendido.
Chama-se Patrick Wilson e canta, dança, representa e deve, com certeza, fazer mais algumas coisas interessantes das quais não tenho conhecimento.
Vi-o pela primeira vez n’O Fantasma da Ópera e quando o revi no Little Children não o reconheci.
Só em Angels in America o associei a todas as obras.
Este Natal vi o Evening e lembrei-me que esta personagem existia e merecia alguma investigação.
Para além do pequeno e grande ecrãs, Wilson trabalha na Broadway e é conhecido, entre outras coisas, por Oklahoma e Full Monty.
Ora, ele é muito bom actor mas é aquela voz que me faz cair po lado. Estas pessoas com um jeitaço para 500 coisas fascinam-me.
Só para este post não ser completamente coerente, que coerente é coisa que eu nunca fui, deixo-vos com um anúncio da GAP em que Patrick Wilson não canta.
Dança, mas não canta.
Não sei porque é que não canta, já que a Claire Danes também sabe cantar (sabiam que a Claire Danes canta bem? Pois é... )
Bem... espero que vos ponha um sorriso na fronha.
Wednesday, December 24, 2008
Wednesday, October 15, 2008
Que é que demora mais tempo? A-B ou B-A?
É português ou estupidez?
Não existem drógádos.
Existem drogados (leia-se drugádos).
Se não sabem dizer em condições digam toxicodependentes.
Se nem assim vái lá estejam caladinhos ou falem antes da Júlia Pinheiro ou do José Castelo Branco, sim?
Façam-me lá esse favor.
Tuesday, October 07, 2008
5 Dias e 94 filmes depois

Depois do "não vai nada nada nada"
Acalmem-se os que acham que vou já desatar numa catrafiada de insultos a disléxicos.
Nada disso.
Estou a falar daquelas pessoas que, apesar de já terem sobrevivido à sua cota de encontros de tunas, aniversários e eventos aparentados, continuam sem perceber que F+R+A não dá A.
Pois não. Juro-vos que não dá.
Dizem-me as professoras primárias que se lê FRÁ.
Desculpem se agora fiz os vossos mundos dar uma volta de 180 graus e deitei por terra mitos antigos mas vocês enervam-me.
F+R+E dá FRÉ, não dá É.
F+R+I dá FRI... e por aí fora.
Portanto, da próxima vez que alguém disser: "E pró coisinho não vai nada nada nada?", já sabem que sai um f r a, ou seja FRA!, não sai nenhum A, amigos.
Decorem isso, sim? Vá lá... não custa nada.
Monday, August 11, 2008
De Regresso
O problema desta merda é que há de haver sempre um puto de um defeito - do qual não temos culpa nenhuma, já que o carregamos sem o querer e não há muito que possamos fazer para o mudar mesmo depois de várias e esforçadas tentativas - que nos vai atormentar até ao nosso último suspiro.
E vai massacrar-nos não porque nos faça aflição mas porque os outros vão relembrar-nos constantemente de que o temos.
A nós não incomoda, mas pelos vistos provoca um enorme prurido intelectual aos outros que não o têm e não percebem porque não havemos de ser todos iguais.
Mas eles é que devem ter razão: devíamos ser todos iguaizinhos, fazer as mesmas coisas, da mesma maneira e ter exactamente os mesmos gostos.
Assim o certo e o errado faziam muito mais sentido, não havia guerras nem esquisitices nenhumas.
A vida não ia ter objectivo nenhum mas eu ainda não percebi porque é que andamos por cá, por isso não me ia fazer grande diferença.
Porque temos de aprender uma coisa, não basta fazer o que é preciso, é preciso fazê-las ao ritmo dos outros.
E se tiramos 19 devíamos ter tirado 20 e se tirámos 20 para além de não termos feito mais do que a nossa obrigação devíamos ter sido a excepção do 21.
O outro problema desta merda é que ninguém é perfeito e mesmo quando já sabemos isso as pessoas conseguem sempre desiludir-nos.
Sempre.
Eu cá achava que era uma grande proeza, algo fascinante, para ver o lado positivo da situação.
Agora, após um acumulado de desilusões já me é demasiado banal para achar qualquer piada ou lado positivo à brincadeira.
Então andamos aqui a tentar desesperadamente não desiludir ninguém ou aguardamos com ansiedade a próxima desilusão?
Outro problema desta merda é que a nossa existência nunca tem interesse nenhum e por isso é que passamos o nosso tempo a falar dos outros.
E quando a nossa vida se torna estimulante é porque se cruzou com a dos outros e ao contá-la, embora nos tentemos convencer de que estamos a falar de nós, estamos na realidade a falar dos outros.
What’s the point?
What’s the fucking point?
Friday, August 01, 2008
Sunday, July 20, 2008
Saturday, July 19, 2008
Comparações
Hoje de tarde passei pela montra e espreitei.
Em destaque, no meio de uma data de livros, estava o tão famoso Eclipse da Stephanie Meyer.
Na fita publicitária à volta do último livro da trilogia Luz e Escuridão podia ler-se:
“O livro que eclipsou o Harry Potter. USA Today”
Agora a minha pergunta é a do costume:
Quem é que escreve estas coisas?
Amigos, nada eclipsa o Harry Potter, mesmo que venda mais cópias!
Brincamos ou colamos cartazes?
As Spice Girls também não eclipsaram os Beatles só porque venderam mais num sei o quê que eles.
Não se podem comparar coisas que não têm comparação.
É como achar que duas cadeiras práticas substituem uma teórica... mas voltando aos livros.
Ainda não o li mas, pelo que sei de amigas que andam loucas com estas resmas de papel, a trilogia relembra a escrita de Nora Roberts e não a de J.K Rowling.
E que eu me lembre não há cá vampiros no Harry Potter.
(Para aqueles que vão já dizer que os Weasley tinham um no sótão desenganem-se que a tradução não está correcta. Os Weasley têm um ghoul, ou seja, uma espécie de demónio, não um vampiro.)
Há lobisomens e gays, mas não há vampiros.
É por causa do Robert Pattinson?
Isso parece-me parvo.
Uma coisa são os livros, outra coisa são os filmes.
É por serem os dois de ficção?
Para isso diziam que era melhor do que o Código Da Vinci.
Nesse Jesus Cristo casou e tudo.
A lógica é a mesma.
Ainda se dissessem que é melhor que os livros da Buffy.... agora assim, parece-me que estão a comparar alhos com bugalhos mas eu vou ler o livro e depois digo-vos com mais clareza.
Também é verdade que se mencionassem a Buffy agora estariam a ler um post intitulado “Quem é que contratou estes publicitários?”
Não digo que não seja inteligente mencionar o Harry Potter.
Um tipo pensa: Eh pá! Se é melhor que Harry Potter quero ler e já!
Porém, está mal.
Como podem reparar não sei explicar exactamente porque é que está mal, mas sinto-o nos ossos.
Parece-me heresia dizer que o Harry Potter foi eclipsado....
E afinal de contas o livro vive e vende por si ou pelos outros que não vendem tanto como ele?
Fox
Nós somos pelos cães;
Os grandes e os pequenos, os cães de guarda e os engraçadinhos, os cães de raça e os rafeiros.
Somos pelos passeios, pelas corridas e pelas brincadeiras; pelo escavar, coçar, cheirar e buscar.
Somos pelas casas para cães, portas para cães e dias de cão...”
Spot publicitário da Pedigree
Friday, July 18, 2008
Blog Ressuscitado
Trouxe consigo um sentimento de dever cumprido e um segundo ano completo depois de muito trabalho e muito esforço.
Ai as férias, as férias.
Uma palavra tão pequinina com um significado tão soberbo...
O cérebro está em papa mas o coração e a alma... esses voam bem alto, afinal o tão aguardado dia 18 chegou!
Wednesday, May 28, 2008
Hoje foi um bom dia!
"Quase perfeito! Grande trabalho de equipa!". Foi assim que o Professor Francisco Vidinha descreveu o desempenho da turma 2, do 2º ano, do curso de Ciências da Comunicação. Foi com uma destreza, companheirismo e boa disposição notáveis que a equipa "Pé Ante Pé" emitiu o seu programa televisivo.»



