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Sunday, September 12, 2010

The Pillars of the Earth

The Pillars of the Earth é uma mini-série de oito episódios, assinada por Sergio Mimica-Gezzan e baseada no romance homónimo de Ken Follett.

A saga começa no séc. XII, com o naufrágio do Barco Branco e consequente morte do príncipe Guilherme, filho do Rei Henrique I, e herdeiro do trono de Inglaterra.

Após a morte de seu filho, Henrique I nomeia, pela primeira vez na Inglaterra, uma mulher como sua sucessora, a filha Matilde. Só que depois da morte do rei, o seu sobrinho Stephen usurpa o trono, dando início a uma longa guerra de sucessão, um período que ficou conhecido como A Anarquia.

A série leva-nos numa viagem aos tempos medievais para nos contar a história da construção de uma catedral, no priorado fictício de Kingsbridge.



Eddie Redmayne, Ian McShane, Matthew Macfadyen, Hayley Atwell, Rufus Sewell, Tony Curran e Donald Sutherland são apenas alguns dos muitos actores que dão vida a personagens credíveis e fascinantes numa história que nos desperta um vasto leque de fortes emoções e nos mostra a crueldade da vida na idade média.

Política, religião e arquitectura, amor e amizade, trabalho e honestidade montam o cenário de uma excelente produção com olho para o pormenor que nos cativa desde o primeiro ao último episódio.

Recomenda-se, portanto.

Saturday, January 26, 2008

Principalmente...Um Adeus a Heath Ledger

O Relatos e Confidências deseja-vos um 2008 à maneira! Pelo menos a partir de Fevereiro...
Não tenho produzido textos fantásticos e dignos de publicação neste magnífico estaminé porque tenho estado em exames.
Não é que tenha estado a estudar, mas tenho estado a pensar que tenho de o fazer e seria de uma irresponsabilidade tremenda estar a escrever alarvices para aqui quando estou ocupada a pensar que tenho de estudar...

Mas achei por bem fazer uma pausa para vos assegurar que em breve isto volta ao normal.
Para isso e para partilhar algumas coisas convosco, meu amado público.

A primeira é que já têm mais dois programas fabulosos para ouvir do Posta na JPR.
Um Dicionário dos Incultos com palavras estranhas e um CineArte com críticas de cinema feitas por quem realmente percebe da sétima arte.
Refastelem-se no sofá e ide lá ouvir os programas que a vida não é só trabalho!

A segunda é dizer-vos que estou triste, triste, triste com a morte do Heath Ledger.
Vi-o pela primeira vez no pequeno ecrã, suponho que em 1997, com uma pronúncia irlandesa e um sorriso totó. A série chamava-se Roar e era bastante má, mas eu gostava. Também gostava da Xena e do Hércules que eram mais ou menos no mesmo estilo: pouco diálogo, muita porrada.
A Sic Radical exibiu novamente a série há pouco tempo. Apanhei-a praí às duas da manhã e fiquei um bocado parva a tentar perceber porque é que eu gostava daquilo quando era mais miúda. Entretanto apareceu o Connor (Heath Leder) e eu lembrei-me... Ah era por “isto”.
É a magia dos ecrãs. Ficamos tristes porque uma vida que teve o poder de nos colocar tantos sorrisos no rosto (Casanova, Coração de Cavaleiro) e nos emocionar até às lágrimas (Brokeback Mountain, O Patriota) foi-se.

E fico triste só de pensar que se qualquer um podia ter interpretado o Connor no Roar ou o Patrick no 10 Coisas que Odeio em Ti (gosto mesmo deste filmezeco de adolescentes, que é que se pode fazer!), e se muitos podiam ter vestido a pele de Casanova ou de Sonny no Monster’s Ball; poucos, muito poucos podiam ter dado vida a Ennis del Mar como Legder.

Por isso, assim na realidade do meu egoísmo, acho que não estou triste porque Heath Ledger morreu... mas por que nunca mais vai dar asas ao seu talento.

Thursday, September 20, 2007

Avé JK. Rowling!

Olá Povo,

Peço desculpa por esta ausência prolongada neste magnífico blog de tão grande qualidade.
Sei que tendes sentido falta dos meus bolinhos...

A realidade é que não tenho vindo muito aqui ao forno cozinhar porque mergulhei em leituras por mundos mágicos.
E que ricas férias foram!
Não fui apanhar sol para os Algarves nem esquiar nos Alpes.
Também não fui a Praga como certas e determinadas cartas profetizaram.

Mas...


Vi pessoas fantásticas em espelhos encantados e lutei com um basilisk.
Desmaiei ao sentir dementors e comi muito chocolate até conseguir produzir o meu patronus.
Voei entre dragões e nadei em lagos com lulas gigantes.
Fui ao ministério destruir profecias e enfrentar o Senhor do mal.
Aprendi a fazer poções como deve ser e a esventrar os meus inimigos
E por fim despedi-me de muitos amigos que já faziam parte da minha família.

Não fui eu, foi o Harry. Mas é quase a mesma coisa porque o brilhantismo com que JKR escreve transporta-nos de corpo e alma para o mundo que ela tem vindo a criar durante 17 anos como se dele fizéssemos parte.

Li o meu primeiro Harry Potter com 13 anos e aos 21 despedi-me de uma saga que foi uma fuga à realidade...de uma história que me fez sonhar como nenhuma outra.
Acho que no fundo, os fãs dos HP são todos irmãos, amigos ou pais do Harry e é difícil ficar-se indiferente àquele miúdo de tinta e papel que cresceu connosco ou àquelas personagens que o acompanharam para o bem e para o mal...
Como o Snape!
Esse anticristo delicioso, minha personagem favorita desde a primeira linha até à última.

E assim acabei de ler os Deathly Hallows e fiquei tão deprimida que não soube muito bem o que fazer comigo...
Como que caída numa música pimba senti que “depois de ti não há mais nada nem sol nem madrugada...”
mas há a Internet esse reino de tresloucados, onde habitam seres que deixaram de ser muggles e se transformaram em feiticeiros!
Um bem-haja ao Leaky, ao Pottercast e ao Wizard Rock!
Em especial aos Draco and the Malfoys.



Letra aqui.
Nunca gostei tanto de gente que cantasse tão mal.

Mas principalmente,
Thank you Joanne,
por ter criado uma história que pode ser devorada por pessoas dos 8 aos 80 anos.

Friday, July 13, 2007

Change

"The more things change, the more they stay the same.
I'm not sure who the first person was who said that.
Probably Shakespeare.
Or maybe Sting.
But at the moment, it's the sentence that best explains my tragic flaw: my inability to change.
I don't think I'm alone in this.
The more I get to know other people, the more I realize it's kind of everyone's flaw.
Staying exactly the same for as long as possible, standing perfectly still...
It feels safer somehow.
And if you are suffering, at least the pain is familiar.
Because if you took that leap of faith, went outside the box, did something unexpected...
Who knows what other pain might be out there, waiting for you.
Chances are it could be even worse.

So you maintain the status quo.
Choose the road already traveled and it doesn't seem that bad.
Not as far as flaws go.
You're not a drug addict.
You're not killing anyone...
Except maybe yourself a little.

When we finally do change,
I don't think it happens like an earthquake or an explosion, where all of a sudden we're like this different person.
I think it's smaller than that.
The kind of thing most people wouldn't even notice unless they looked at us really close.
Which, thank God, they never do.

But you notice it.
Inside you that change feels like a world of difference.
And you hope this is it.
This is the person you get to be forever...
that you'll never have to change again. "


Ephram in Everwood “East meets West”